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As pegadas da coelha

"Transforma-te na tua melhor versão"

Servir o Outro, Servir o Ego

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É muito ténue a linha que separa o ato de servir o outro e o alimento do nosso próprio ego. Por vezes achamos que servimos o outro, mas o que realmente acontece é que somos dominados pelas carências do ego.

 

Este ato merece uma analise de intenção independentemente do reconhecimento ou resultado no outro.

 

O exercício mais eficaz para controlarmos o ego é tomarmos as suas rédeas uma vez que este é enganador.

A serventia ao outro é um mecanismo de autrocontrolo, enquanto nos dedicamos a compartilhar e a colocarmo-nos ao dispor do próximo pomos de parte as nossas aspirações do ego.

 

É claro que temos de gerir tudo isto, para não nos camuflarmos no outro nem nos dedicarmos em demasia abafando as nossas próprias necessidades. Dedicação a mais é perturbação, é carência de sermos gostados por todos. O importante é sabermos distinguir a necessidade que temos do outro para poder servi-lo.

 

Os nossos desejos estão escondidos nas questões mais banais do quotidiano. Ao darmos prioridade ao nosso cansaço em detrimento da necessidade do outro, às coisas que gostamos de fazer, às regras que quebramos a nosso favor...

 

Qual a intenção de servir o outro?

 

Importa saber se me interesso com a felicidade e o crescimento do outro, se me coloco no seu lugar ou quero antes ser amado, aceite e que este faça o que quero.

 

Como podemos amar os outros se não nos amamos a nós próprios e nos criticamos o tempo todo?

 

Ajudarias alguém a enfrentar uma situação difícil sem esperar nada em troca? Sem reconhecimento de ninguém, sem que a pessoa diga obrigada, ou até mesmo mostrasse ingratidão futuramente?

Servir é amar genuinamente o próximo, quanto mais praticarmos isto mais vamos receber em troca e mais felicidade captamos para as nossas vidas.

 

 

"Sobrevives com o que recebes, mas fazes uma vida com o que dás aos outros."

 

Winston Churchill

 

 

O arrependimento deve ser caro demais

 

“Se não for uma amizade na sobriedade e na bebedeira, eu nem amiga fico.

Se não for para casar acreditando ser para sempre, eu não caso.

Se for para sair já contando as horas para voltar, eu nem saio.”

 

 

 

A vida é tão efémera para a desperdiçarmos vivendo no meio de tanta banalidade, competitividade, desentendimentos e guerras de egos. A vida não é o intervalo até ao próximo relacionamento, ou a espera por um novo emprego depois de um que não funcionou. A vida é o agora!

 

Deveria ser o melhor de nós, mesmo que o outro não valorize, deveria ser semear mais amor e compreensão e colher mais amizade, carinho e respeito, coisas que não tem preço e valem mais do que qualquer pertence. O mais espetacular disto tudo é que dar amor e atenção não nos torna mais pobres, quanto mais se dá, mais nos enriquece.

 

Se não for para viver com este amor, paixão e entusiasmo pelas pessoas e pelo nosso percurso eu prefiro nem viver.

 

Criar expectativas, ter o entusiasmo de uma criança, libertarmo-nos de manias, amarmos sem restrições e apaixonarmo-nos por inteiro.

Se não for para ser com alma, se não for para sentir, se não for para acreditar nem vale a pena seguir.

Contentar com uma vida sem êxtase, com águas paradas, sem mergulhar de cabeça e aproveitar tudo o que temos direito, haja coragem!

Se não for para nos perdermos num abraço, para nos deixarmos levar num beijo de tirar o fôlego mais vale nem começar.

 

É preciso ter bravura para optar por não viver! No fim há-de ser certamente muito alta a conta a pagar… Quando, diante do fim da linha, olharmos para trás e sentimos o vazio, o arrependimento de uma vida comedida.

Ou dá-mos a mão à palmatória ou vamos passar o tempo todo sem saborear as maravilhas desta vida. Dá medo esticar a mão para aquela régua de madeira da escola primária? Ah pois dá, muito medo, mas a magia está em ir com medo mesmo assim…

Descer do salto e experimentar por o pé no chão, sentir todas as irregularidades do piso que não são as condições perfeitas, mas descer de qualquer forma e experimentar a vida do jeito mais puro, parar de tanto pensar e simplesmente deixar fluir com sentimento.

O que realmente dói é a vida que não se vive.

 

 

A vida desafia-nos

 

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A nossa mente precisa de ser desafiada diariamente e ainda mais do que o corpo.  Treinar a mente é uma arte e esta precisa ser trabalhada até sermos o comandante da nossa vida.  Não podemos continuar a aceitar tudo sem  identificar os motivos, sem estarmos focados no que a mente  nos sugere, sem identificar quando ela nos tenta confundir. É importante controlarmos e fazermos dela uma mente bem orientada.

 

Percebermos o porquê de sairmos da cama maldispostos, o porquê de reclamarmos do emprego que escolhemos, o porquê de julgarmos os outros e vivermos neste ciclo sem questionarmos as razões que nos fazem viver  neste desperdício de vitalidade.

Sem uma boa provocação, a nossa vida não teria o mesmo sabor, não sairíamos da nossa bolha nem transformaríamos a nossa vida. A mudança implica dor, porque quebramos o conforto enraizado e o território onde controlamos tudo. 

Cada desafio seja ele nas mais variadas situações, emoções ou sentimentos (dores, amores, perdas...) é um teste ao respeito e amor que mostramos por nós próprios. A maneira como ages coloca-te numa trajetória de respeito por ti mesmo ou de desrespeito por quem és e a decisão é só tua nos diferentes desafios:

 

 

 

Escolhe sem esperar nada

 

Se esperas um resultado, dependes dele.

Se dependes, exiges.

Se exiges, vives de expectativas. 

Se vives de expectativas, sais do agora e não aproveitas o que importa.

 

Escolhe o que mais te faz sentir que estás a respeitar-te nesse momento, se não houver este respeito surge o sofrimento e frustração.

Fazer escolhas sem esperarmos nada é estar focado apenas na escolha, o que advém daí será consequência desse respeito e isso não te vai trazer coisas negativas.

 

 

 

Sente

 

Não fugir do que sentimos resultado destes desafios. Não arranjarmos desculpas, pois se assim for é porque não lidamos bem com aquilo que sentimos e não nos conhecemos melhor. Se não nos conhecemos, não vamos mais longe.

O que acontece é que temos medo de sentir porque nos dói.

Nem tudo o que chega até nós é o que queremos mas é antes o que necessitamos para evoluir no conhecimento de nós mesmos. Há que sentir sem recear aquele frio na barriga porque vai ser importante para nos desvendarmos e decidirmos.

 

 

Tu és o que sentes. Tu és como amas.

 

 

 

 

Pára de te queixares do que permites

 

Desperdício de tempo quando nos queixamos, cristalizamos o tempo e não ajuda à mudança. Se atribuímos ao outro a culpa desta estagnação estamos também a conceder-lhe as rédeas da nossa vida.

Queixar só nos faz sobreviver ao invés de viver, cria dependência e arruína com a nossa vida. Se não fizermos as escolhas, a vida trata de as fazer por nós.

Tudo a que resistimos, persiste, e aquilo que enfrentamos, perde poder sobre nós.

 

 

O que farias se não tivesses medo?

 

 

 

Confia em ti para seres livre

 

Quando confiamos em nós somos livres, não precisamos da aprovação dos outros, deixamos de nos comparar, sabes quem és e o que queres ser.

Fecharmo-nos com medo da crítica, “do que os outros irão dizer",  aprisiona os talentos, esmaga personalidades, ergue barreiras e destrói felicidades. Não permitas que os outros tomem conta de ti, ouve a voz  que existe dentro de ti. Querer agradar todos é o ponto de partida para o desrespeito e o caminho mais rápido para a perdição. A verdadeira sabedoria está dentro de nós, em sabermos o que nos faz sentir bem e nos liberta.

Ser genuíno é característico de quem confia em si mesmo. Ninguém sabe nem pode fazer nada por nós melhor que eu mesmo.

 

  Eu não sou o que tu vês em mim.

 

 

Cada um de nós é o comandante da sua vida, podemos escolher valorizar as coisas boas ou as menos boas.  Não podemos levar esta passagem demasiado a sério, temos antes de viver as coisas com paixão e intensidade! É verdade que nos magoamos algumas vezes, mas a opção de uma vida ser sobre dor e medo, ou sobre ação e amor está nas nossas mãos.

 

 

“Conhece-te a ti mesmo” (30 years old birthday alone)

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"Assim que dominares a tua mente, o teu corpo e o teu carácter, a felicidade e a abudância inundarão a tua vida quase que por magia"

Robin Sharma

 

 

Festejos de trinta anos de uma vida, sózinha na Polónia, longe de quem me é mais querido, num programa a rossar o deprimente e um pensamento que me assaltou: Podia-te dar para pior Cristiana Coelho!"

 

Vivemos um quotidiano onde pouco ou até nenhum tempo dedicamos a conhecermo-nos a nós  mesmos, evitamos o confronto com o nosso interior e evitamos ficar sozinhos neste frente a frente com os nossos medos, as nossas histórias, os nossos anseios.

Preferimos criar uma personagem bonita e bem sucedida nas redes sociais para fugirmos à nossa realidade, num cenário de "apareço, logo existo", à distância de um acesso ao refúgio, paraíso virtual.

 

Criamos um falso amor de nós próprios o que transforma a nossa solidão em algo que nos aprisiona. Preferimos rodearmo-nos da multidão para escaparmos ao que podemos descobrir dentro de nós, às vivências passadas, ao que fomos e àqueles que da nossa vida fizeram parte.

É neste seguimento que enveredamos por um mundo das aparências, onde o que vale é comprar e sorrir, parecer ao invés de ser.

Fazemos qualquer coisa para sermos aceites pelo outro, vendemos até a alma ao diabo, fazemos postagens para mostrar uma vida contrária à nossa, dizemos "amo-te" da boca para fora, usamos estratégias de escape, envolvemo-nos em vícios para esquecermos a vida efêmera que temos.

 

E que tal se parássemos? Para escrever, meditar ou identificar, tomarmos consciência das coisas que de outra forma não teríamos conhecimento? Parar para conhecermos o nosso Ego, onde residem os nossos apegos, medos, culpas, orgulhos, enfrentarmos o que tentamos evitar para que tomando consciência os possamos mudar. No momento em que nos começamos a conhecer melhor e a conseguirmos amarmo-nos a nós mesmos como amamos o outro, dando-nos o carinho e a atenção de que precisamos, aí sim começamos a viver a vida que está a passar e que só vale a pena se formos fieis a nós mesmos.

Façamos o que fizermos, que seja pelo prazer de estar vivo e não pela aprovação dos outros. Atrevermo-nos a conhecer o nosso eu e a percorrermos o nosso próprio caminho a fim de encontrarmos as respostas do nosso mundo.

 

"Perdida no Mundo, encontrada de ti..."

Nádia Lima

 

 

Este foi o grande propósito desta minha viagem, um motivo para parar e estar com a melhor companhia que posso ter: eu mesma! Se não consegues aturar-te a ti mesmo, os outros também não vão conseguir fazê-lo. Trinta anos, a data perfeita para um retiro, para ouvir a minha voz interior, para me respeitar mais. Tudo isto só é possível se ouvirmos, se silenciarmos o nosso interior para deixarmos de entrar em autossabotagem, percebermos a criança interior que ainda vive dentro de nós e que traz com ela todo um passado que ainda hoje tem repercussões na forma como agimos e encaramos a realidade. Compreensão traz libertação!

 

 

"Não importa o tamanho da nossa conta bancária, a posição que ocupamos na sociedade, o nome que temos. Se não estamos em paz connosco, então nada disso importa, porque o vazio está connosco quando acordamos."

 

 

Garanto-vos que foi uma experiência maravilhosamente memorável, que fez todo o sentido fazer nesta data, um reencontro comigo mesma, uma aceitação e libertação aos mais variados níveis. Só é realmente livre quem for senhor de si mesmo.

Desafiei os meus limites, propus-me a vivenciar o que de tão abominável este mundo pode ter numa data supostamente comemorativa (refiro-me mais propriamente ao holocausto) e como tudo pode acontecer por influência de um Ego e de algo que não envolve Amor. Acontecimentos tão recentes e nós não os tomamos como lição para desvendar-mos o verdadeiro sentido da vida.

Aconselho vivamente a que o façam por vocês mesmos, desta ou de outra forma com que mais se identifiquem, permitam silenciar o barulhos das vossas mentes e ouçam os vossos corações. Ousa transpor os teus limites, ousa viver e depois de tudo isto vais certamente perceber que "o medo não passa de um monstro mental que tu criaste, uma corrente de consciência negativa...mas quando conquistas os teus medos, conquistas a tua vida."

 

Atreve te a ser tu mesmo!

 

 

Achas que tens consideração pelos outros?

 

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Ter consideração por quem de alguma forma convive ou se cruza connosco significa pensarmos em como os outros se sentem, colocarmo-nos no lugar deles, sermos sensíveis e gentis. Esquecemo-nos muitas vezes que as outras pessoas podem magoar-se com as nossas ações, seria importante se deixassemos um bocadinho de lado as nossas necessidades e termos consideração pelo outro. Posto isto, seguem algumas dicas que servem para nos alertarem em determinadas situações do nosso quotidiano para esta questão da consideração pelo outro:

 

 

 

Escolher os momentos de falar para não o fazermos na hora errada, cientes de que estamos a conversar com pessoas com a mesma mentalidade e receptivas ao nosso discurso. Ter também em atenção que não estamos a interromper nem a causar transtornos.

Ex: Não anunciar sobre o nosso casamento, quando a amiga acabou de perder o marido ou se alguém nos fala entusiasmado do novo projeto, não devolver o assunto com uma carga de negatividade. Esperar ter uma conversa a sós com alguém que cometeu um erro e não anuncia-lo em praça pública.

 

 

Escolher as palavras certas para que as pessoas estejam receptivas, principalmente quando estamos a tentar alertar alguém de algum comportamento menos favorável.

Ex: Em vez de dizermos ao namorado que ele nos sufoca, podemos dizer que não nos estamos a sentir confortáveis ou que nos estamos a preocupar com o rumo que a nossa relação está a levar.Tentar evitar o "tu" e o apontar o dedo.

 

 

Não concentrar só em nós as conversas, falar sem perceber que as outras pessoas não estão interessadas ou relatar acontecimentos sem parar não dando oportunidade aos demais. É igualmente importante analisar a pertinência e conveniência da nossa conversa no momento. 

 

 

Agradecer ao outro (mantendo o contacto visual) por algo que tenham feito por nós, até a a coisa mais simples. Agradecer o quanto significou para nós determinado gesto em algum momento.

Ex: enviar um mimo para mostrar a nossa consideração, um postal de agradecimento, bombons...
 
 
Pedir desculpas quando cometemos um erro. Se magoamos alguém devemos pedir desculpas mantendo contacto visual, dizendo à pessoa o quanto nos importamos e referindo que não se irá repetir. Pessoas que tem consideração assumem a sua responsabilidade e sabem quando ferem os sentimentos de alguém, mesmo se não tiveram a intenção. 
 
 

Antecipar as necessidades dos outros mesmo antes que eles mesmos percebam.

Ex: Se o nosso familiar vai chegar cansado do trabalho, prepara-lhe uma refeição ou se os teus colegas de trabalho estão maçados oferece-lhes um café...

 

 

Ter consideração pelos outros quando estamos em público. É importante termos a noção que a nossa liberdade termina onde começa a do outro. 

Ex: Colocar a toalha da praia juntinho à do vizinho, falar alto ou ouvir música da mesma forma em locais que possam incomodar as outras pessoas, obrigar os não fumadores a terem de levar com o fumo do nosso cigarro, não fazer ruídos durante uma aula ou palestra, ter em atenção para não esbarrarmos com as pessoas na rua ou empurra-las na fila do supermercado.....

 

 

Atender à situação financeira das outras pessoas que envolvemos nos nossos "eventos". Antes de propormos o que quer que seja, devemos de ter esta questão em conta e  encontrarmos alternativas mais baratas para incluir as pessoas e não fazê-las sentirem-se mal por não puderem pagar.

 

 

Ser sensível, implica que nos saibamos expressar sem ofender as pessoas. Podemos manifestar a nossa opinião sendo gentil sem magoar e sem mentir. Ao magoarmos as pessoas vamos fazer com que estas não retenham a nossa mensagem e não estejam dispostas a mudar.

 

 

Fazer coisas pelas pessoas quando elas precisam de ajuda, mesmo antes que peçam e mesmo nas situações em que a pessoa não queira pedir.
 

Ex: fazer as compras para um colega, ajudar nas tarefas domésticas, dar espaço para as pessoas se sentarem perto de nós, segurar a porta para passarem, oferecer um medicamento se alguém que está com dor de cabeça...

 

 

Ter boas maneiras significa que não se pode ser rude ou irritante em situações sociais, mesmo que o significado de "bons modos" mude consoante o público.

 

 

Compartilhar algo com significado para nós, seja o bolo que trouxemos para o lanche, o casaco numa noite fria, quer o nosso espaço fisico...

 

 
Ser pontual também é importante na medida em que mostramos que temos atenção pelo tempo das pessoas. Atrasarmo-nos pode levar a que o outro sinta como se não nos importássemos de faze-lo esperar. Se nos atrasarmos por algum motivo devemos avisar e sermos honestos com a hora prevista de chegada.

 

 

Fazer ações de bondade até mesmo com desconhecidos, nomeadamente aqueles que precisam mais. Cultivar este habito irá ajudar a termos mais consideração pelo outro.
 
Ex: ajudar alguém a carregar os sacos, elogiar aquela colega de trabalho que mudou o corte de cabelo, doar bens ou trabalho voluntário a uma instituição...
 
  

Manter o nosso espaço limpo, quando partilhamos casa, quando somos convidados.... Não deixar que os outros tenham a responsabilidade de arrumar o que é nosso ou conviver com a nossa falta de zelo.

 

 

Podemos treinar estas e outras formas de consideração todos os dias, mesmo que já tenhamos esta aptidão "nata", há sempre possibilidade de a desenvolvermos pois a prática leva à especialização e ter aquele jogo de cintura dá sempre charme!

Não esquecer do velho ditado que diz: "mãos que não dais pelo que esperais?

 

 

Pessoas intensas, o cabo dos trabalhos!

 

Vivem intensamente, como se cada hora fosse a ultima

Sofrem também como se fossem morrer naquele momento

Sabem ser felizes com intensidade sem igual

São capazes de fazer seus parceiros se sentirem especiais e únicos

Vivem a vida da forma como entendem livres e sem qualquer objeções.

 

 

Se me perguntassem se agir desta forma não me faz mal, a resposta seria obviamente que sim, mas ferir a nossa alma é o menor quando nos poupa de estar na vida só para ver os carrinhos eléctricos a andar (já dizia a minha professora da escola primária) e/ou com quem não quer ficar a 100% nela.

Espero que pelo menos uma vez as pessoas tenham a oportunidade de experimentar o prazer de ser assim, que corram atrás dos sonhos sem medo, que amem e queiram esgotar os sentimentos num único dia, mesmo que se saiba que sentimentos assim tem tendência a serem infinitos.

 

Pessoas intensas, são aquelas que vivem a vida a um nível muito para lá do normal, pessoas que agem do 8 ao 300 e onde a atitude morna é algo que não lhes assiste.

Se o que quer que seja não lhes despertar o interesse são capazes de ficar uma espécie de cubo de gelo, mas se o contrario acontece, haja quem as segure...

 

Vão com tudo sem perder tempo!

 

Trata-se de seres que se entregam a tudo sem reservas, quer seja na profissão, nos hobbies, amores, amizades e até nas dores claro.

Quando o assunto é amor, são fogosos, os beijos são apaixonados e o abraço vai com tudo.

Quem conhece um intenso sabe que este é capaz de viajar para outra cidade ou país, após ter ficado saudoso numa troca de mensagens com o seu amor, mesmo que só vá usufruir de uns breves momentos da sua companhia. Entregam se sem medos e esse é um lado bom, apesar de tudo isto ter o seu senão quando se tratam de dores.

 

Não julguemos um intenso como alguém ansioso ou destrambelhado pois trata-se de pessoas que sentem com a alma e não medem esforços quando algo os fascina, nem mesmo ouvindo uma música que gostam (poem o volume mais alto, cantam dançam, choram...).

 

Se achares desgastante ter uma relação com alguém intenso, deixa-o e procura alguém mais contido, pois seria um crime abranda-lo e impedi-lo de se expressar.

 

Pessoas intensas, são criaturas que estão longe do constante, aceleram dos 0 aos 100 em tudo o que fazem e travam de 100 a 0 brutalmente. Não tem dispositivo de controlo de velocidade e estão longe de pretenderem uma vida sempre a uma velocidade constante de 50 kms/h.

São entendidas como interessantes pois arrebatam paixões, causam impacto e fazem as coisas por instinto.

 

Paninhos quentes, frases consoladoras não contentam, esperam que alguém faça a diferença e lhes diga como atingir o que pretendem.

Oferecer um chá calmante pode não resolver de muito, mas um intenso vai considerar a tua intenção e a atenção, vão lembrar-se que foi importante para o processo de recuperação.

 

 

Apaixonados demais, querem absorver a alma de quem amam e dar-lhes a sua por inteiro. Gostam de lambuzar a vida, rir e chorar demais.

 

Não são desequilibrados, são intensos!

 

Esperam amor e dão amor demais, dão tudo o que tem no limite. Mas se não for reciproco e na mesma intensidade, passam de 100 a 0 num instante.

 

A pior coisa que se pode fazer a quem vive a vida desta forma é causar-lhe desânimo, deixa-lo com preguiça de ti. O que é constante causa preguiça e deixa-los um dia sem despertar algo de bom é um risco, porque são viciados em intensidade e precisam satisfazer essa necessidade.

 

A pessoa intensa para se manter satisfeita quer sentir tudo, todos os dias de 0 aos 100, e só assim se consegue manter uma pessoa intensa satisfeita. Não sabem o que é meio termo, começarão do 0 e com o passar do tempo, se não as levares a 100, pode ser que a elasticidade se perca, que ambos não passem mais do copo meio cheio e é aí que arranjam outra fonte de inspiração. Pode não se tratar de um amante, mas poderá ser alguma atividade da qual se torne amante, cujo perigo poderá ser de não ter o ânimo de chegar aos 100 contigo.

 

 

 

"Ás vezes eu tenho vontade de ser menos intensa, só para poder entender como o resto do mundo aguenta essas coisas que me devoram permanentemente e de uma forma tão absurda..."

 

Clarisse Lispector

 

 

 

Cinco passos para transformar a tua vida

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Aqui vos deixo as fórmulas mágicas para que a vossa vida flua naturalmente e nos deixemos levar pela maravilha que é poder usufruir deste mundo. Para tal, precisamos de nos focamos e levar religiosamente à vante os seguinte pontos:

 

 

1. Estar atento aos nossos pensamentos todos os dias e perceber qual o que mais revigorou em nós. Se não gostas dos sentimentos que te assaltam mais frequentemente, propõe-te já a muda-los.

 

 

2.Olhar para o lado positivo fará com que atraias o lado bom da vida, assim o animo com que enfrentas os desafios diários muda a tua vibração. Há sempre algo positivo a reter, uma aprendizagem...

 

 

3. Mantermo-nos curiosos pelo saber. Questionarmo-nos sobre o que podemos aprender, que áreas explorar para me dar mais oportunidades.

 

 

4. Compromete-te com as tuas palavras, com aquilo que falas. Ser coerente, verdadeiro, realiza o que comunicas. Sê integro contigo mesmo, pois as palavras são o sopro da alma exposto ao mundo. É importante que tenhas coerência ética na forma como te expões ao mundo.

 

 

5. Responsabiliza-te, traz o poder para ti. Assume aquilo que és, assume os teus erros, escolhas, sê verdadeiro, liberta-te, empodera-te e muda a tua vida.

 

 

Estes são exercícios diários para praticarmos durante o nosso dia para que as coisas aconteçam e para melhor. A mudança traz aprendizagem, traz crescimento, traz um novo eu mais enriquecido e preparado.

Transforma-te na tua melhor versão!

Exercícios para ganho de massa muscular em casa

Se vocês se encontram tal como eu, sem tempo para poder ir ao ginásio e manter a rotina de exercícios que se propuseram, não cruzem os braços, para tudo há solução.

Em 20 minutos podemos fazer a nossa manutenção diária para ganho de massa com um conjunto de exercícios diversificados que trabalham os grandes grupos musculares.

Estes exercícios podem ser feitos em casa, pois utilizam apenas o peso corporal sem ser necessário ter equipamento. Há sempre também a possíbilidade de introduzirmos algum peso extra com alguns objetos lá de casa. Este grupo de exercícios foi fruto de uma pesquisa minha por alguns sites, sendo que este em específico, do opersonal trainer Bruce, me pareceu bastante prático e completo, abrangendo vários grupos musculares.

 

 

Passando à prática

Cada grupo de exercícios deverá ser repetido duas vezes, com 30 segundos de exercício e 15 segundos de intervalo. Entre os grupos diferentes de exercícios, o tempo de descanso também será de 15 segundos, à excepção do intervalo entre o 4º e 5º exercícios que deve ser de 30 segundos que seja possível a recuperação do músculo.

 

 

 

Exercícios para peitoral e braços

 

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1. Flexão tradicional

 

Durante 30 segundos fazer flexões, mantendo os braços afastados à largura dos ombros e descendo até formar um ângulo de 90º com o cotovelo. Durante este exercício é muito importante manter o abdominal contraido para que as costas fiquem sempre alinhadas, evitando lesões.

Se o exercício for muito difícil no início, experimente fazer a flexão com os joelhos apoiados no chão, isto ajuda a encurtar a prancha corporal e a diminuir o peso sobre o peitoral e braços.

 

 

2. Flexão estática

 

Repita o exercício anterior, mas desta vez desça e mantenha a posição com o ângulo do cotovelo a 90º por 30 segundos. Novamente, se o exercício for muito difícil, pode fazê-lo colocando os joelhos no chão para reduzir o peso.

Volte a fazer mais 1 série com a flexão tradicional e a flexão estática e, depois, troque para os exercícios de glúteo.

 

 

 

 

Exercícios para glúteos

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1. Agachamento tradicional

 

Comece fazendo um agachamento tradicional, mas volte a subir e depois repita por cerca de 30 segundos. Para fazer este exercício é fundamental manter uma boa postura para trabalhar os músculos corretos e evitar lesões.

Se quiser aumentar a intensidade do exercício, pode fazer o agachamento apenas com uma perna, trocando a perna na segunda repetição deste exercício.

 

 

2. Agachamento estático

 

Faça um agachamento, mas desta vez, em vez de subir e descer, mantenha a posição em baixo com os joelhos formando um ângulo de 90º com o chão e as costas retas. Mantenha essa posição por 30 segundos e depois descanse 15 segundos movimentando as pernas para aliviar a dor.

Repita novamente 1 série de agachamento tradicional e agachamento estático antes de passar para os exercícios de perna.

 

 

 

Exercícios para pernas

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1. Lunges alternados

 

Para fazer este exercício fique de pé e depois dê um passo em frente até que a sua coxa fique paralela ao chão e o joelho dobrado em um ângulo de 90º, depois regresse à posição inicial e troque de perna, alternando as pernas por 30 segundos.

 

 

2. Lunge estático

 

 

Faça o lunge com a perna direita à frente e mantenha essa posição por 30 segundos. Na segunda repetição do exercício, troque de perna e faça essa posição com a perna esquerda à frente.

Não esqueça repetir pela segunda vez estes exercícios, fazendo os lunges alternadose o lunge estático com a perna esquerda antes de avançar para os exercícios de trícep.

 

 

 

Exercícios para tríceps

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1. Tríceps com cadeira

 

Este é o único exercício do plano que necessita de algum equipamento extra. Para isso, coloque perto de você uma cadeira ou uma mesinha forte e depois coloque as palmas das mãos na beira da cadeira como mostra a imagem. Estique as pernas e sente lentamente em direção ao chão, até formar um ângulo de 90º com os cotovelos, e volte a subir, sem nunca tocar no chão. Repita o exercício por 30 segundos.

Se o exercício for muito difícil experimente colocar os pés mais perto, sem esticar as pernas, pois isso diminui o peso que é necessário levantar com o músculo.

 

 

2. Tríceps estático

 

Faça novamente o exercício, mas quando descer mantenha a posição entre 20 a 30 segundos, e só volte a subir depois desse tempo, para descansar.

Esse exercício é excelente para tonificar o músculo e, por isso, pode provocar uma grande sensação de queimação. Caso esteja doendo muito, experiemente dobrar os joelhos.

Repita estes 2 exercícios mais uma vez e, no final, faça uma pausa de 30 segundos antes de avançar para os exercícios de gémeos. Aproveite para beber um pouco de água e recuperar energia.

 

 

 

Exercícios para gémeos

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1. Elevação dos gémeos

 

Coloque-se de pé e levante os pés até ficar apenas com os dedos apoiados no chão e as pernas esticadas, depois volte a descer, mas não toque com o calcanhar no chão, e suba novamente. Faça esse exercício por 30 segundos.

Para aumentar a intensidade do exercício, faça-o apenas com um pé apoiado no chão e depois troque o pé na segunda repetição do exercício.

 

 

2.Gémeos estáticos

 

Repita o exercício anterior mas mantenha a posição com o pé levantado, entre 20 a 30 segundos. Se estiver fazendo o exercício com mais intensidade, deve trocar de pé na segunda repetição.

Volte a fazer esta série de 2 exercícios mais uma vez antes de descansar 15 segundos e passar para os exercícios de abdominal.

 

 

 

Exercícios para abdominal

 

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1. Abdominal tocando os pés

 

Deite-se no chão e levante as pernas esticadas o mais alto que conseguir, depois levante ligeiramente as costas do chão e, com os braços esticados, tente chegar com a mão o mais próximo do pé que for possível. Volte a deitar as costas no chão, mas não desça as pernas, e repite por 30 segundos.

Se este exercício for muito difícil, comece fazendo abdominais tradicionais, levantando apenas ligeiramente as costas do chão e mantendo os dois pés apoiados no chão.

 

 

2. Abdominal estático

 

Repita o movimento do exercício anterior, mas mantenha a posição quando está com as costas levantadas e com as mãos próximas dos pés, por 30 segundos ou até não aguentar mais.

Faça esta série de exercícios mais uma vez antes de avançar para os exercícios de abdominal lateral.

 

 

 

 

Exercícios para abdominal lateral

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1. Prancha lateral subindo e descendo

 

Deite-se de lado e levante o corpo tocando apenas com o antebraço e os pés no chão. Mantenha o corpo reto, como mostra a imagem, e depois desça e suba o quadril ligeiramente, mas sem nunca tocar com o bumbum no chão. Repita esse movimento por 30 segundos.

Se achar o exercício muito difícil, faça a prancha lateral mantendo os joelhos apoiados no chão.

 

 

2. Prancha lateral estática

 

Repita o exercício anterior, mas em vez de descer e subir o quadril, mantenha a posição por 30 segundos sem deixar cair o quadril.

Não se esqueça de repetir esta série mais uma vez, mas troque de lado para trabalhar os músculos do outro lado do abdominal, na segunda repetição. Depois descanse 15 segundos e avance para o último exercício.

 

 

 

 

Exercícios para costas

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1. Posição Super-homem

 

Para fazer este exercício, deite-se no chão com as pernas e braços esticados, depois levante ligeiramente as pernas e os braços e volte a descer. Repita o exercício por 30 segundos.

 

 

2. Super-homem estático

 

Repita o exercício anterior, mas fique na posição com os braços e pernas elevados do chão, como mostra a imagem, durante 30 segundo.

Antes de terminar o plano, repita estes 2 exercícios novamente e depois faça alongamentos para evitar lesões musculares. 

 

 

Estes exercícios foram transcritos na íntegra para que possam assimilar da melhor forma possível e cumprirem os requisitos necessários. Espero que este treino vos seja útil nas vossas rotinas e que efetivamente consigam implantar uma rotina saudável, cuidando da pessoa mais importante da vossa vida. 

 

 

Desafio de Quaresma: desintoxicação do corpo e da mente

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O Carnaval já lá e vai e com ele toda a folia associada. Diz a religião católica que é tempo de sacrifício e do chamado jejum da carne nos 40 dias antes da Páscoa. Colocando opções religiosas de parte, este período que inicia hoje trouxe-me uma certa inspiração e mesmo concordância com a perspetiva do Papa Francisco, segundo ele devemos aproveitar está época para fazermos:

 

  • jejum de palavras negativas e dizer palavras bondosas;
  • jejum de descontentamento e enchermo-nos de gratidão;
  • jejum de raiva e enchermo-nos de paciência;
  • jejum de pessimismo e enchermo-nos de esperança e ótimismo.

 

Temos hoje, dia um de Março, dia após o Carnaval um oportunidade para jejuarmos e colocarmos mãos à obra para novas práticas. Desafio-vos hoje a estabelecerem novos padrões, novos modos de fazer e pensar para a vossa vida. Dizem que um hábito se cria em vinte e um dias, nós temos 40 a partir de hoje até ao próximo dia 16 de Abril para instituirmos na nossa vida uma mudança dia após dia. Hoje é um novo começo, uma nova oportunidade para fazermos jejum de tudo o que nos intoxica e criarmos um novo Eu, mais saudável e revitalizado. É hoje dia de darmos ao nosso corpo aquilo que ele necessita, simplesmente porque Eu Mereço!

 

Desafio-vos a começarem comigo uma jornada de bem-estar físico e psíquico, mas um desafio grandioso que não irá servir para pessoas de vontade fraca. Hoje é o dia em que me comprometo a mimar o meu corpo com aquilo que ele realmente necessita, nutri-lo com os alimentos que precisa e exercita-lo como uma prioridade. Vou optar por produtos naturais ao invés dos químicos, vou fazer do meu corpo o meu templo.

Durante os próximos quarente dias vou também cuidar da minha mente, se preparo meu corpo para sair de casa todos os dias, também tenho de preparar a minha mente. Este desafio mental que vos proponho tem como objetivo instituir hábitos que nos permitam usufruir de um novo nível de sucesso pessoal e profissional.

 

Para colocarmos em marcha a nossa ação precisamos de limpar o jardim da nossa mente e estarmos conscientes dos possíveis desvios que podem surgir causados pelos nossos hábitos anteriores. Quando esses padrões surgirem, o que temos de fazer é:

 

  • ter definido o que realmente queremos, que é ter controlo sobre a nossa vida;
  • termos uma alavanca, imagina o quão maravilhoso seria passar a ter controlo da nossa mente, corpo, relacionamentos e finanças.
  • interromper o padrão que nos restringe e iniciar uma Dieta Mental, assumirmos as rédeas e todos os pensamentos, eliminando os negativos  que nos aprisionam.

 

Posto isto, nos próximos quarenta dias vamos assumir o controlo das nossas emoções e da nossa mente, decidindo agora que não vamos remoer pensamentos e emoções desgastantes. Vamos limpar o nosso corpo de tensões tóxicas e com esta consciencialização constante vamos com certeza darmos conta da quantidade de pensamentos limitadores que nos tornam improdutivos todos os dias e nos impedem de uma vida detox e com mais energia.

 

Os problemas estão lá, não podemos fazer de conta que nada se passa, mas podemos mudar a forma como nos colocamos perante o desafio.

 

 

"Na vida, não gastes mais do que dez por cento do teu tempo com o problema e gasta pelo menos noventa por cento do teu tempo com a solução."

 

 

Neste nosso objetivo, a ideia é gastar 100% do tempo nas soluções, adotando uma postura de determinação e boa-disposição.

 

 

 

Regras do desafio

 

 

Regra n.º 1: Nos próximos 40 dias não vou cismar em pensamentos e sentimentos estéreis. Não vou usar perguntas e vocabulário enfraquecedores.

 

Regra n.º 2: Quando fraquejar vou utilizar logo de seguida perguntas de resolução de problemas que vos falei no post anterior (O que posso aprender com isto?; O que ainda não é perfeito?...) e todas as manhãs e noites farei as perguntas-chave que me servem de fio condutor e não vão despender muito do meu tempo, pois podem ser feitas durante o duche, uma refeição...)

 

Regra n.º 3: Neste período vou ainda focar-me nas soluções em qualquer desafio que surja.

 

Regra n.º4: Se por acaso der por mim a remoer em assuntos que me esgotam, não há motivo para alarme desde que mude imediatamente o padrão.

 

 

Vamos exigir hoje a nós mesmos novos resultados e não vamos ceder a nenhuma chantagem emocional, vamos ter energia o suficiente para enfrentarmos os desafios, vamos sair da zona de conforto, vamos interromper padrões, criar alternativas fortalecedoras perante os obstáculos e vamos criar valor, mudança, novos hábitos: vamos superar-nos!

 

 

 Texto baseado no autor Anthony Robbins

 

 

As perguntas que vão transformar a tua vida

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Escrevo hoje com uma vista maravilhosa sobre o nosso Douro e se há forma de me inspirar é um dia de sol com uma vista soberba.

Trouxe o Antony Robbins como companhia e uma vontade enorme de fazer mais e melhor, de transformar a minha vida, de atrair coisas boas, de ser feliz o maior número de vezes possível e nada melhor do que uma boa convicção para orientar as nossas decisões e o rumo das nossas vidas.

Pois é, e somos nós que criamos a nossa própria realidade, esta definição pode soar um pouco estranha vindo de alguém com formação em Serviço Social, onde o indivíduo é visto como o produto da sociedade, da família e do contexto onde está envolvido. Eu não estou de todo a anular este ponto de vista quero antes que percebam que me refiro ao facto de que não é aquilo que nos acontece que define a nossa vida e que vai delinear a forma como me sinto ou que ajo. Podemos sim e devemos ser resilientes, assumirmos a responsabilidade de analisar as nossas experiências, percebermos o que podemos retirar dali, os olhos com que olhamos determinada situação vão condicionar a nossa ação. Esta análise resiliente trata-se de fazer as perguntas certas que nos conduzem a resultados com qualidade. As perguntas vão orientar os nossos pensamentos e as reações aquilo que nos acontece.

Questionando as nossas limitações irá transformar e esbater as limitações em qualquer área da nossa vida. É chegada a hora de estruturarmos as perguntas que vão fortalecer a nossa ação e que vão atrair as coisas certas:

 

 Como posso tirar partido do que me aconteceu?

 Como posso aproveitar isto para ajudar os outros?

 Quem sou eu?

 O que é que sou capaz agora?

 Em que medida isto me fortalece?

 Como pude ter a sorte de te ter na minha vida? O que é que mais amo no meu marido?

 Até que ponto a nossa relação vai enriquecer as nossas vidas?

 Qual o negócio mais lucrativo?

 O que é que me faz sentir feliz agora?

 O que é que me poderia fazer sentir feliz?

 O que é maravilhoso na minha vida neste momento?

 Que lembranças magnificas eu tenho?

 Que importância tem isso?

 Já pensas-te o impacto que vamos causar com o que criamos?

 Como posso aproveitar esta situação?

 O que posso aprender com isto?

 Como posso dar a volta?

 Como posso acrescentar mais valor?

 O que há de tão importante neste problema?

 O que é que ainda não está perfeito?

 O que estou disposto a fazer para que fique como quero?

 O que estou disposto a deixar de fazer para que fique como quero?

 Como posso desfrutar do processo enquanto faço o que é necessário para ficar como quero?

 De que te orgulhas?

 Quem amas e quem te ama?

 O que é a minha vida?

 O que é que procuro?

 Porque é que estou aqui?

 

Ao invés de nos invadirmos daquelas questões que só vão criar um ciclo vicioso e nos vão aprisionar a um sentimento de impotência:

 

 

 Porque me aconteceu isto a mim?

 Que mal fiz eu para merecer tal coisa?

 E se há alguém melhor?

 Porque só atraio coisas más?

 Será eu vale a pena?

 Porque me fazes sempre isto?

 E se me fizer sofrer?

 Porque só encontro pessoas que me fazem sofrer?

 

Munirmo-nos de um conjunto de perguntas fortalecedoras que os vão conduzir aos resultados que pretendemos pois aquelas questões que deixamos de fazer também irão moldar os nossos resultados.

É possível mudarmos a forma comos nos estamos a sentir no preciso momento e para isso basta mudarmos a nossa perspetiva. A maior parte das vezes vivemos em piloto automático, restringimos a nossa capacidade emocional e os nossos recursos. Somos possuidores de um grande poder à distância de um clique no comando da nossa mente para acionar aquilo que estamos dispostos a fazer para realizarmos os nossos sonhos.

Antes de mais devemos definir de uma vez por todas o que é realmente importante na nossa vida, pelo menos neste momento, parar para avaliar e identificar o nosso antigo padrão limitador, perguntarmo-nos:

 

 Se eu não mudar isto agora quais serão as consequências?

 O que isto me irá custar a longo prazo?

 Como é que a minha vida ficaria se eu mudasse isto agora?

 

As perguntas são o nosso fio condutor e orientam os nossos sentimentos, podemos muitas vezes estar numa posição vencedora mas a sentirmo-nos a perder e para isso precisamos do nosso ritual diário para o sucesso a começar pelas perguntas que fazemos logo pela manhã:

 

 O que me faz feliz na minha vida neste momento?

 Sinto-me entusiasmada com que?

 O que é que me faz sentir orgulhoso no momento?

 O que me faz sentir grato agora?

 O que aprecio na minha vida?

 Em quê me empenho?

 Quem amo e quem me ama?

 

Não só no começo do dia é importante este exercício de preparar a mente para os novos desafios como no final do dia fazermos a retrospeção do que decorreu:

 

 O que dei hoje?

 O que aprendi hoje?

 Como é que o dia de hoje aumentou a minha qualidade de vida?

 De que forma posso aproveitar o dia de hoje como um investimento no futuro?

 

Quer procuremos o que nos fortalece, quer procuremos o que nos enfraquece iremos encontrar. Usar o nosso poder pessoal para ultrapassar os obstáculos é fundamental para vivermos com qualidade. Se podemos mudar agora um padrão eu nos permite transformar a nossa vida e acrescentar-lhe valor, porque não fazê-lo já?

 

 

 

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