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As pegadas da coelha

"Transforma-te na tua melhor versão"

E tu, tens qualidade de vida?

 

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O que faz a diferença na forma como as pessoas respondem aos desafios da vida?

 

A qualidade da nossa vida é a qualidade da nossa comunicação, a começar por nós próprios e depois com os outros.

 

As pessoas de sucesso não tem menos problemas do que as que "fracassam", embora eu defenda que fracasso não existe, mas sim tentativas e aprendizagem.

Não é o que nos acontece que faz de nós o que somos ou que distingue fracasso de sucesso, mas sim, a forma com interiorizamos e o que fazemos em relação ao que nos acontece.

 

"As coisas não mudam, nós mudamos" e a nossa capacidade de agir na vida esta relacionada com a capacidade que temos de controlar a nós próprios, ou seja, o nosso sistema nervoso. Conduzir o cérebro de forma a que este produza os resultados que desejamos.

A qualidade dos resultados que produzimos estão relacionados com o nosso sistema de crenças, pois quer acreditemos ou não que conseguimos fazer algo, vamos ter sempre razão. Está também associada à sintaxe mental, ou seja, como organizamos os nossos pensamentos e à fisiologia, a forma como respiramos, postura, expressões faciais, qualidade dos movimentos que determinam o estado em que estamos.

Para atingir os nossos fins, nada melhor do que começar por modelar quem já o conseguiu. Modelar não significa copiar, significa poupar esforços para atingir aquilo que outros já conseguiram, mas com o cunho da nossa originalidade. 

 

 

 

 "O encontro da preparação com a oportunidade gera a descendência a que chamamos sorte."

 

Anthony Robbins 

 

 

 

Pessoas excelentes colocam as situações a funcionar a seu favor. O significado que atribuímos aos acontecimentos nada mais são do que o que lhes damos.

Não podemos mudar nada no passado, podemos sim mudar a nossa visão para que nos traga algo de positivo no futuro. 

 

A felicidade e o sucesso não são o resultado do que temos, mas antes a forma como vivemos. A nossa qualidade de vida é o que nós fazemos com o que temos.

 

 

"Se recusarmos aceitar tudo o que não seja o melhor, muitas vezes conseguimos obtê-lo."

 

 

 

Baseado no livro: O Poder Sem Limites

 

 

A mente mente

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Sabem quando vos apetece muito ir a um sitio ou fazer determinada coisa? Este ano aconteceu comigo, no Human Fest no Porto.

Tive a oportunidade de assistir a algumas palestras e de entre elas destacou-se "A MENTE MENTE" e onde acabei por deixar de comparecer às restantes para ficar ali, para além da hora a ouvir aquela doçura, loirinha de olho azul chamada Nádia Lima.

 

Não consegui sair sem comprar o seu livro, pedir-lhe um autógrafo com a mensagem pessoal que gentilmente ela se predispôs a escrever finalizada com aquele abraço.

 

Eu realmente senti-me atraída para este evento, coincidência ou não estou inteiramente grata por poder conhecer esta psicóloga life & mental coach que na minha opinião seria antes intitulada "Doutora dos corações".

 

A Nádia, consegue com aquele jeitinho delicado chegar aos nossos corações, apelar à nossa consciência e despertar a nossa atenção para as atitudes que temos numa sacudidela subtil ao nosso ego que está preenchido de medos enganadores, que nos fazer ver e fazer as coisas de outra forma e não como elas são.

 

Talvez nesta fase da minha vida, mais do que nunca tenha feito sentido ouvi-la e ler as suas palavras. Como ela própria nos diz, depois de aprendermos esta consciência, de compreendermos, não dá mais para sermos como antes, nasce uma nova forma de pensamento.

 

Pensamentos criam realidades e nós não somos vítimas de ninguém, a não se de nós mesmos. Por isso às vezes repetimos as mesmas situações nas nossas vidas, precisamos retirar dali uma mensagem, precisamos de uns abanões da vida para largarmos.

 

 

"Não é o que acontece que nos define, mas sim aquilo que fazemos com o que nos acontece."

 

 

A autora fala-nos também sobre a importância da nossa vida e de sermos verdadeiros com aquilo que queremos para nós, sem que constantemente nos anulemos para agradar o outro, fazermos o que o outro quer destruindo os nossos sonhos e a nossa felicidade.

 

Este livro é um convite a nos conhecermos melhor e percebermos o propósito da nossa existência. Uma análise ao nosso eu profundo, aos nossos medos, ciúmes, falta de atenção, que nos fazem ter atitudes orientadas por um Ego. As páginas deste livro são uma viagem à compreensão do EU, à aceitação, consciencialização e apelo à mudança de padrões/modos de fazer enraizados que nos prejudicam, teimam a se reproduzir sistematicamente até tomarmos as radias da nossa vida e deixarmos de ser enganados pela nossa própria mente.

 

Colocarmos de lado os medos é a libertação que precisamos para o nosso crescimento e bem estar. Deixarmos de nos sujeitar a menos que aquilo que merecemos.

 

De que vale tentarmos constantemente controlar o que não é controlável?

 

De que vale sujeitarmos o nosso bem estar, a nossa saúde física e psíquica em prol de um relacionamento que nos sufoca, de um trabalho que nos diminui... tudo pelo simples medo de mudar, do desconhecido, de ficar sozinho, de perder a atenção, de não ser aceite pelo outro, das contas para pagar?

 

Estamos a morrer desde o momento em que nascemos e só vivemos uma vez.

 

 

Valerá a importância que damos ao medo?  Valerá perder a vida em prol do medo de arriscar?

 

 

Não conseguimos controlar nada nem ninguém, é ilusório! Não conseguimos prever o futuro mas continuamos a perder a nossa energia a tentar, não deixando a vida fluir e aproveitar cada pedacinho de presente que nos esta a escapar agora. 

 

Se ainda não surgiu o que procuramos, é porque ainda não chegou a hora, relaxem a vossa mente, silenciem as vossas ansiedades. Silenciem também as vossas dores, pois elas só existem quando não há compreensão, sempre que não retiramos a mensagem que estava presente nelas. Tudo o que é feito com medo acarreta uma carga negativa que não permite dar certo.

 

 

 

O sofrimento é uma escolha, STOP à autossabotagem!

 

 

 

A mensagem que a Nádia nos passa é a de destruirmos as barreiras mentais ilusórias que criamos e de que a compreensão traz libertação. 

Devemos caminhar sem esperar nada, sermos autênticos, focar a mente para o pensamento positivo, deixar de procrastinar e fazer por nós tudo aquilo que merecemos que nos aconteça. Começar a mudar o mundo por nós mesmos!

 

Por apego e medo vivemos coisas que não são para nós, precisamos deixar de lado a vítimização, assumir a responsabilidade pela nossa vida e recomeçar. Perdoar-me e perdoar o outro para nos libertarmos a nós mesmos. Deixar tudo aquilo que não nos faz bem, que nos provoca sofrimento e nos tira a força. Vamos fazê-lo por amor a nós e porque a vida está a passar... 

 

 

Viver é uma opção sem garantias.

 

 

A história da nossa vida somos nós que escrevemos, somos aquilo que fazemos connosco e somos um ser do universo: livres!

Sempre que haja vontade e sempre que for preciso: mudemos!

Façamos por nós, permitamo-nos caminhar em amor e o amor não dói, se dói não é amor.

 

 

Obrigada Nádia por me ajudares a crescer mais ainda enquanto pessoa.

 

 

 

 

 

Vamos lá fazer as pazes?

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Nos contos de fadas o príncipe salva a bela adormecida e são felizes para sempre. No mundo real o Brad separa-se da Jolie e os casais tem discussões, irritam-se, insultam-se e amuam.

O nosso príncipe vira sapo, a nossa princesa uma onça e resta-nos saber conviver e reunir um conjunto de estratégias para que se façam as pazes, ou então já sabemos onde tudo vai parar...

Há quem nunca peça desculpas, quem nunca tente uma reaproximação, nunca tome a iniciativa de resolver os conflitos e mesmo que do outro lado esteja quase um santo a relação está certamente condenada.

 

Os casais que estão empenhados em que a relação se mantenha, porque gostam um do outro, encontram pontos para se reaproximarem em vez de deixar que o tempo resolva.

 

As discussões não são muitas vezes sobre o assunto que deu origem à discussão, o problema está associado a sentimentos ocultos e quando estamos inseguros a ansiedade aumenta e disparatamos. Há que perceber o que nos esta a atormentar ou ao nosso parceiro para encontrar um ponto de aproximação.

 

Devemos sim mostrar o nosso degrado, mas fazê-lo de uma forma não violenta, mostrando como nos sentimos diante de tal comportamento da outra parte. As palavras "sempre" e "nunca" devem ser deixadas de lado, não devemos atacar.

 

 

Queremos ter razão ou ter uma relação?

 

 

Há que analisar e assumir a responsabilidade, geralmente ambos erram numa discussão. Dar o passo para a reconciliação certamente fará com que o parceiro também reconheça os seus próprios erros mais cedo ou mais tarde, a não ser que seja um alguém sem cura.

 

Atenção que não temos de ser sempre nós a dar este braço a torcer e a vestir a camisola de quem se humilha, pede desculpa, mesmo tendo sido alvo de um episódio de violência. Há que equilibrar os pratos da balança e ter o discernimento de nos valorizarmos e sabermos o quão esta relação nos poderá estar a afundar.

 

Não devemos ser piquinhas ao ponto de analisar os comportamentos a lupa, devemos sim abraçar a relação ao invés de a tornar desgastante e num jogo de vencedores e vencidos. 

Não interessa quem começou a discussão, interessa o entendimento e a harmonia.

 

Deixemos que o nosso companheiro aprenda por conta própria, não podemos forçá-lo a ver o problema da mesma forma que nós o vemos. Não esperemos pelo pedido de desculpas que não chega mas perdoemos de qualquer forma, como forma de aceitar as imperfeições da pessoa e o tornar menos defensivo. Tudo em modo q.b por favor.

 

 

Vamos lá ver quem consegue fazer este exercício de expressar o nosso ponto de vista sem violência:

 

“Eu sei que não me querias magoar ao esquecer do nosso jantar de aniversário, só que ainda me sinto triste, e quero acreditar que não fizeste de propósito e que tentas lembrar-te na próxima vez, certo?”

 

 

Dicas para o entendimento:

 

  • Se nos sentimos sempre a perder ou se terminamos sempre a discussão a implorar por perdão, mesmo quando estamos acreditamos estar certos, isto serve de lição para identificar uma relação manipuladora.
  • Se a discussão for parecida com aquelas que tivemos pode significar que mantemos os mesmos problemas sem perceber, pode ser que estejamos diante de uma relação que não é a combinação perfeita.
  • Conversar e escutar calmamente para evitar que se discuta novamente.

 

 

 

Numa relação satisfatória há pelo menos cinco momentos positivos por cada momento de tensão. Se estamos no momento menos bom, vamos lá contornar e passar à fase das coisas boas da vida.

 

Deixa de lado o ressentimento, a arrogância, não amues, não esperes, não te desgastes. Sentir orgulho de nós é importante, mas ao ponto de não ver mais nada é fazer a própria cama.

Esfriem a cabeça antes de continuar a discussão e combinem não adormecerem chateados, 

 

Escolhe ABRAÇAR 

Escolhe PERDOAR

Escolhe AMAR

Escolhe SER FELIZ

Escolhe FAZER O OUTRO FELIZ 

 

 

Ellie Goulding - Love Me Like You Do

Onde mora a crise?

 

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Todos falam nela, há quem diga que é ciclica, que está por todo lado e na minha perspetiva ela realmente está por aí como uma praga que teima em não abandonar. 

 

Será que mora no nosso trabalho? No nosso bolso? Na nossa família? No nosso país? 

 

Eu cá defendo que ela está por todo lado tipo um Deus e isto porque "está no meio de nós", mais própriamente na nossa mente, apodera-se dela como um refugio, um lugar fofinho e confortável.

 

Pois é, ela instala-se na nossa cabecinha e é uma espécie de parceria aconchegante para ambas as partes, afinal de contas, assim sempre temos uma justificação para o que se passa connosco, por não  termos emprego, por não vendemos, por não   fazermos aquelas férias tão desejadas.

 

Ela é a verdadeira e única responsável pela desgraça que atravessa a nossa vida...ah se não fosse a crise!

 

Se a vida que temos não nos satisfaz, porque é que continuamos a culpar a conjuntura e nos acomodamos?

 

Se podemos viver melhor, com mais alegria, mais felicidade, mais saúde, mais bonitos, mais realizados porque não lutar por isso?

Tudo pode ser alcançado, desde que se DESEJE, e ACREDITE. Se quisermos, podemos crescer muito e para isso basta começar a mudar alguns hábitos, deixando de lado a ideia pré concebida sobre a crise e a negatividade, mudando radicalmente a forma de pensar e viver.

 

É simples, é barato e dá milhões, vamos em frente na busca de uma vida mais harmoniosa!

 

Lembremo-nos: enquanto uns choram, outros vendem lenços! 

 

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