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As pegadas da coelha

"Transforma-te na tua melhor versão"

Servir o Outro, Servir o Ego

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É muito ténue a linha que separa o ato de servir o outro e o alimento do nosso próprio ego. Por vezes achamos que servimos o outro, mas o que realmente acontece é que somos dominados pelas carências do ego.

 

Este ato merece uma analise de intenção independentemente do reconhecimento ou resultado no outro.

 

O exercício mais eficaz para controlarmos o ego é tomarmos as suas rédeas uma vez que este é enganador.

A serventia ao outro é um mecanismo de autrocontrolo, enquanto nos dedicamos a compartilhar e a colocarmo-nos ao dispor do próximo pomos de parte as nossas aspirações do ego.

 

É claro que temos de gerir tudo isto, para não nos camuflarmos no outro nem nos dedicarmos em demasia abafando as nossas próprias necessidades. Dedicação a mais é perturbação, é carência de sermos gostados por todos. O importante é sabermos distinguir a necessidade que temos do outro para poder servi-lo.

 

Os nossos desejos estão escondidos nas questões mais banais do quotidiano. Ao darmos prioridade ao nosso cansaço em detrimento da necessidade do outro, às coisas que gostamos de fazer, às regras que quebramos a nosso favor...

 

Qual a intenção de servir o outro?

 

Importa saber se me interesso com a felicidade e o crescimento do outro, se me coloco no seu lugar ou quero antes ser amado, aceite e que este faça o que quero.

 

Como podemos amar os outros se não nos amamos a nós próprios e nos criticamos o tempo todo?

 

Ajudarias alguém a enfrentar uma situação difícil sem esperar nada em troca? Sem reconhecimento de ninguém, sem que a pessoa diga obrigada, ou até mesmo mostrasse ingratidão futuramente?

Servir é amar genuinamente o próximo, quanto mais praticarmos isto mais vamos receber em troca e mais felicidade captamos para as nossas vidas.

 

 

"Sobrevives com o que recebes, mas fazes uma vida com o que dás aos outros."

 

Winston Churchill

 

 

A mente mente

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Sabem quando vos apetece muito ir a um sitio ou fazer determinada coisa? Este ano aconteceu comigo, no Human Fest no Porto.

Tive a oportunidade de assistir a algumas palestras e de entre elas destacou-se "A MENTE MENTE" e onde acabei por deixar de comparecer às restantes para ficar ali, para além da hora a ouvir aquela doçura, loirinha de olho azul chamada Nádia Lima.

 

Não consegui sair sem comprar o seu livro, pedir-lhe um autógrafo com a mensagem pessoal que gentilmente ela se predispôs a escrever finalizada com aquele abraço.

 

Eu realmente senti-me atraída para este evento, coincidência ou não estou inteiramente grata por poder conhecer esta psicóloga life & mental coach que na minha opinião seria antes intitulada "Doutora dos corações".

 

A Nádia, consegue com aquele jeitinho delicado chegar aos nossos corações, apelar à nossa consciência e despertar a nossa atenção para as atitudes que temos numa sacudidela subtil ao nosso ego que está preenchido de medos enganadores, que nos fazer ver e fazer as coisas de outra forma e não como elas são.

 

Talvez nesta fase da minha vida, mais do que nunca tenha feito sentido ouvi-la e ler as suas palavras. Como ela própria nos diz, depois de aprendermos esta consciência, de compreendermos, não dá mais para sermos como antes, nasce uma nova forma de pensamento.

 

Pensamentos criam realidades e nós não somos vítimas de ninguém, a não se de nós mesmos. Por isso às vezes repetimos as mesmas situações nas nossas vidas, precisamos retirar dali uma mensagem, precisamos de uns abanões da vida para largarmos.

 

 

"Não é o que acontece que nos define, mas sim aquilo que fazemos com o que nos acontece."

 

 

A autora fala-nos também sobre a importância da nossa vida e de sermos verdadeiros com aquilo que queremos para nós, sem que constantemente nos anulemos para agradar o outro, fazermos o que o outro quer destruindo os nossos sonhos e a nossa felicidade.

 

Este livro é um convite a nos conhecermos melhor e percebermos o propósito da nossa existência. Uma análise ao nosso eu profundo, aos nossos medos, ciúmes, falta de atenção, que nos fazem ter atitudes orientadas por um Ego. As páginas deste livro são uma viagem à compreensão do EU, à aceitação, consciencialização e apelo à mudança de padrões/modos de fazer enraizados que nos prejudicam, teimam a se reproduzir sistematicamente até tomarmos as radias da nossa vida e deixarmos de ser enganados pela nossa própria mente.

 

Colocarmos de lado os medos é a libertação que precisamos para o nosso crescimento e bem estar. Deixarmos de nos sujeitar a menos que aquilo que merecemos.

 

De que vale tentarmos constantemente controlar o que não é controlável?

 

De que vale sujeitarmos o nosso bem estar, a nossa saúde física e psíquica em prol de um relacionamento que nos sufoca, de um trabalho que nos diminui... tudo pelo simples medo de mudar, do desconhecido, de ficar sozinho, de perder a atenção, de não ser aceite pelo outro, das contas para pagar?

 

Estamos a morrer desde o momento em que nascemos e só vivemos uma vez.

 

 

Valerá a importância que damos ao medo?  Valerá perder a vida em prol do medo de arriscar?

 

 

Não conseguimos controlar nada nem ninguém, é ilusório! Não conseguimos prever o futuro mas continuamos a perder a nossa energia a tentar, não deixando a vida fluir e aproveitar cada pedacinho de presente que nos esta a escapar agora. 

 

Se ainda não surgiu o que procuramos, é porque ainda não chegou a hora, relaxem a vossa mente, silenciem as vossas ansiedades. Silenciem também as vossas dores, pois elas só existem quando não há compreensão, sempre que não retiramos a mensagem que estava presente nelas. Tudo o que é feito com medo acarreta uma carga negativa que não permite dar certo.

 

 

 

O sofrimento é uma escolha, STOP à autossabotagem!

 

 

 

A mensagem que a Nádia nos passa é a de destruirmos as barreiras mentais ilusórias que criamos e de que a compreensão traz libertação. 

Devemos caminhar sem esperar nada, sermos autênticos, focar a mente para o pensamento positivo, deixar de procrastinar e fazer por nós tudo aquilo que merecemos que nos aconteça. Começar a mudar o mundo por nós mesmos!

 

Por apego e medo vivemos coisas que não são para nós, precisamos deixar de lado a vítimização, assumir a responsabilidade pela nossa vida e recomeçar. Perdoar-me e perdoar o outro para nos libertarmos a nós mesmos. Deixar tudo aquilo que não nos faz bem, que nos provoca sofrimento e nos tira a força. Vamos fazê-lo por amor a nós e porque a vida está a passar... 

 

 

Viver é uma opção sem garantias.

 

 

A história da nossa vida somos nós que escrevemos, somos aquilo que fazemos connosco e somos um ser do universo: livres!

Sempre que haja vontade e sempre que for preciso: mudemos!

Façamos por nós, permitamo-nos caminhar em amor e o amor não dói, se dói não é amor.

 

 

Obrigada Nádia por me ajudares a crescer mais ainda enquanto pessoa.

 

 

 

 

 

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