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As pegadas da coelha

"Transforma-te na tua melhor versão"

Ilhas Cíes - Ilhas dos Deuses

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Ilhas Cíes era um destino já delineado nos meus planos, afinal de contas é um paraíso aqui tão perto e apenas ao alcance de por os pés ao caminho.

 

O arquipélago das Ilhas Cíes pertencem à ria de Vigo e foram intituladas pelos romanos como ilhas dos deuses. Composto por três ilhas Monte Agudo, O Faro e San Martiño, sendo que as duas primeiras estão ligadas por um areal de mais de 1km a praia de Rodas considerada a melhor praia do mundo. 

Aquele mar verde-esmeralda, dunas de areia fina e branca...não entendo como é que os nossos guerreiros deixaram este paraíso para os espanhóis (ehehehhe).

 

 

 

 

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Este local divinal, de praias paradisíacas e águas cristalinas é o ideal para repor energias num fim de semana em comunhão com a natureza.

Ideal para praticar trekking, como foi o meu caso, observar as gaivotas e os filhotes no seu habitat natural, praticar mergulho, estar em comunhão com a natureza e desfrutar das praias tranquilas e águas cristalinas como a de Figueiras para quem gosta de bronzear por todo, se é que me entendem. 

 

Esta praia de águas translúcidas de verde-esmeralda é acolhida por um sol tórrido e assaltada por uma brisa de eucalipto, rodeada por árvores típicas da paisagem mediterrânica.

 

 

 

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Para os mais avantajados, podem alugar um iate em vigo, participar numa excursão como foi o meu caso e para uma próxima oportunidade a ideia será acampar com os amigos. Podemos alugar uma tenda com camas incluídas, ou então trazer a nossa para montar. Não esquecer a lanterna pois no parque de campismo não há luz eletrica, até fica tudo mais romântico!

 

Fiz travessia de 45 minutos de ferryboat da estação marítima de Vigo, mas também é possível em Baiona ou Cangas. Estas ligações iniciam no primeiro fim-de-semana de Junho até ao primeiro fim-de-semana de Setembro e os horários são rigorosos. Com sorte, podem ser vistos golfinhos autóctones.

Existem duas transportadoras com partida de 2 em 2 horas e os bilhetes de ida e volta rondam os 18€ por adulto e 6€ por criança entre Julho e Agosto, adquiridos no cais de embarque ou na internet, o que será ideal para não correrem o risco de estarem esgotados.

A bagagem no ferryboat não pode ultrapassar 20 quilos/pessoa.

 

 

 

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Afinal, ao contrário do que pensava, existem três cafés-restaurantes, na ilha do Norte, mas o ideal será mesmo ir prevenido com lancheira e escolher a melhor vista para saborear as iguarias caseiras, mas atenção que não há caixotes do lixo, temos de trazer tudo connosco.

Não experimentei nenhum destes espaços de alimentação, pois o tempo passou a voar, com tanta coisa para visitar, embora pelo que soube, os preços são altos em relação à qualidade e o mini-mercado não tem muitos produtos disponíveis.

 

 

 

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Apenas disponível nos meses de Verão, estas ilhas não possuem hotéis, veículos motorizados, bicicletas, e é proibida a entrada de animais de estimação para não interferir no ecossistema. 

 

O número de visitas diário é limitado 2200 pessoas/dia e 800 a pernoitar, apenas é possível fazer uma excursão de um dia de barco, ou passar um fim-de-semana ou noite o campismo.

 

 

 

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Foram kms de exploração e um consolo para as vistas, pena que tenha passado tão rápido, daí ter ficado o gostinho pelo regresso. 

Água gelada, não consegui mergulhar apesar do aspeto enganador destas nove praias me convidar a boiar naquele mar cristalino. Apesar da recusa de por o corpiinho na água, levei com abraços gelados de quem decidiu soltar a fofura só para me arreliar.

 

 

 

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Iniciamos o percurso pelo caminho da direita junto à praia dos Alemães, seguimos para Faro do Peito e realmente vinha de lá uma moçoila que era um bom exemplar  (eheheheh)

Passei pelo Alto do Príncipe de formas rochosas espetaculares como a Cadeira da Rainha e onde deu para contemplar a geografia mais acidentada da parte norte da ilha, de falésias atingindo os 193 metros de altitude no ponto mais alto da ilha.

 

Não podendo se escalar o Monteagudo, a opção foi a ida ao Farol do Peito, onde se avistam furnas pronunciadas, escolpidas pelo mar. 

O Monte Faro, a 179 metros de altitude e foram sete quilómetros aos ziguezagues até à esplanada do Farol, mas valeu muito a pena mesmo depois do corpo só pedir para se estender à beira mar.

 

Pelo caminho há outros pontos de interesse, mas o tempo não chega para tudo.

 

 

 

 

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Todo este percurso pode ser feito numa expedição organizada, para uma melhor e mais rápida orientação e numa próxima aconselho a visitar por conta própria. 

Pretendo fazê-lo, adormecer a ouvir a maresia e acordar ao som das gaivotas-de-patas-amarelas (maior colónia europeia nestas ilhas).

Um fim de semana paradisíaco! Aconselha-se vivamente....Enjoy 

 

 

 

 

 

 

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