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As pegadas da coelha

"Transforma-te na tua melhor versão"

Champôs inimigos do nosso organismo

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Todos os dias na nossa rotina sujeitamos o nosso corpo a diversas agressões, sem que muitas vezes tenhamos esta consciência presente. O ar que respiramos, os alimentos que ingerimos, os produtos que usamos estão repletos de substâncias prejudiciais ao nosso organismo, mas que força das circunstâncias acabamos por ter de nos colocar à mercê destes agentes externos. Muitas vezes simplesmente nem tomamos essa consciência ou até preferimos ignorá-la para manter a sanidade mental.

 

Assim como determinados alimentos que comemos obstipam o organismo, alguns dos compostos químicos dos produtos de higiene e beleza prejudicam o nosso corpo uma vez que são absorvidos pela pele, passando pela corrente sanguínea até ao organismo.

Urge o uso de produtos naturais que não tragam esta carga química responsável pelas irritações e pelas doenças graves que surgem ao longo da vida.

 

Se nos dermos à curiosidade de ler o rótulo dos champôs e condicionadores podemos tomar consciência dos ingredientes que prejudicam o ambiente e a nossa saúde quer durante a sua produção e na sua aplicação.

 

Ingredientes nocivos que provocam mudanças hormonais e cancro:

 

1. SULFATOS
São detergentes químicos, uma espécie de sal com ácidos gordo que removem a sujidade do cabelo, assim como a hidratação natural. Os sulfatos são os responsáveis pela formação de espuma num champô.

 

2. PARABENOS 

São químicos que combatem bactérias que possam contaminar os cosméticos com o passar do tempo.

 

 

3. FRAGRÂNCIA 
Se no rótulo da embalagem constar apenas "fragrância" é duvidoso, pois pode não ser controlado por nenhum orgão especializado, mas se for extraída a partir de óleos naturais será o ideal.

 

4. TRICLOSAN
Antibacteriano e antifúngico que atua como conservante.

 

 

Os produtos que são livres destes químicos costumam ser fáceis de identificar pois anunciam “sem parabenos nem sulfatos. Embora o ideal será estar atento e verificar. No caso dos parabenos podem vir com nomes como Metil, Propil, Butil, Etilparabeno ou até “Alkyl parahydroxy benzoates”, já os sulfatos são os primeiros ingredientes a serem listados.

Algumas marcas utilizam o termo "sem sal", o que não significa que o champô tem ou não sulfatos, mas sim à ausência de cloreto de sódio.

Caso o champô tenha nos ingredientes estas substâncias, não pode ser considerado sulfate free:

 

- Sodium Lauryl Sulfate (SLS )
- Sodium Laureth Sulfate (SLES )
- Sodium Myreth Sulfate
- Sodium Myristyl Sulfate
- Ammonium Lauryl Sulfate (ALS )
- Ammonium Lauryl Ether Sulfate (ALES )
- Sodium Coco Sulfate

 

São cada vez mais as marcas que nos oferecem opções naturais e biológicas. Desde a maquilhagem até às gamas para o corpo, cabelo e higiene oral apresentam ingredientes ativos como a alfazema, óleo de argão, óleo de coco virgem, baba de caracol, mel e azeite virgem. Podemos enveredar pela tarefa árdua de estarmos atentos aos rótulos nos supermercados, ou antes recorrermos a comércios especializados em produtos naturais que nos facilitam esta tarefa e nos oferecem gamas naturais como esta da imagem.

 

 

 

"O nosso corpo está tão poluído como o planeta"

 

 

 

Servir o Outro, Servir o Ego

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É muito ténue a linha que separa o ato de servir o outro e o alimento do nosso próprio ego. Por vezes achamos que servimos o outro, mas o que realmente acontece é que somos dominados pelas carências do ego.

 

Este ato merece uma analise de intenção independentemente do reconhecimento ou resultado no outro.

 

O exercício mais eficaz para controlarmos o ego é tomarmos as suas rédeas uma vez que este é enganador.

A serventia ao outro é um mecanismo de autrocontrolo, enquanto nos dedicamos a compartilhar e a colocarmo-nos ao dispor do próximo pomos de parte as nossas aspirações do ego.

 

É claro que temos de gerir tudo isto, para não nos camuflarmos no outro nem nos dedicarmos em demasia abafando as nossas próprias necessidades. Dedicação a mais é perturbação, é carência de sermos gostados por todos. O importante é sabermos distinguir a necessidade que temos do outro para poder servi-lo.

 

Os nossos desejos estão escondidos nas questões mais banais do quotidiano. Ao darmos prioridade ao nosso cansaço em detrimento da necessidade do outro, às coisas que gostamos de fazer, às regras que quebramos a nosso favor...

 

Qual a intenção de servir o outro?

 

Importa saber se me interesso com a felicidade e o crescimento do outro, se me coloco no seu lugar ou quero antes ser amado, aceite e que este faça o que quero.

 

Como podemos amar os outros se não nos amamos a nós próprios e nos criticamos o tempo todo?

 

Ajudarias alguém a enfrentar uma situação difícil sem esperar nada em troca? Sem reconhecimento de ninguém, sem que a pessoa diga obrigada, ou até mesmo mostrasse ingratidão futuramente?

Servir é amar genuinamente o próximo, quanto mais praticarmos isto mais vamos receber em troca e mais felicidade captamos para as nossas vidas.

 

 

"Sobrevives com o que recebes, mas fazes uma vida com o que dás aos outros."

 

Winston Churchill

 

 

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