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As pegadas da coelha

"Transforma-te na tua melhor versão"

Como alcançar os nossos desejos em 2017?

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Chegadas as últimas horas deste 2016, surge o bichinho da ansiedade de planear o novo ano, entre promessas e mais promessas que muitas vezes caiem por terra.

 

A maneira mais poderosa de orientarmos a nossa vida é obrigar-nos a agir e por isso desafio-vos a entrar no novo ano com uma decisão sobre as vossas vidas. A questão que se coloca é:

 

 

Como projetar a nossa vida para que os nossos objetivos não morram na praia?

 

 

O primeiro passo será definir objetivos para a vida de sonho é parar de estabelecer metas que nos trazem uma vida indesejada. Normalmente as metas que definimos para nós baseiam-se no destino e não no caminho que fazemos: quero uma casa, quero um BMW, quero ser diretor.

 

...e que tal escolhermos um objetivo com o intuito de criar e desfrutar do percurso?

 

Ao invés de estarmos a projetar um fim, pensemos antes em como direcionar a nossa vida. Foquemo-nos nas coisas que vão fazer desta viagem uma maravilha:

 

  • Como quero gastar o meu tempo?
  • Que atividades diárias me fazem querer sair da cama?
  • O que quero aprender?
  • Com quem quero estar?
  • Com quem quero falar?
  • Com quem quero colaborar?

 

Depois de termos estas respostas bem definidas, aí sim podemos pensar em estabelecer o objetivo onde tenhamos de percorrer esta magnifica viagem até o alcançar, isto é, um caminho onde a busca do fim se torna a vida que procuramos.

Com o trajeto correto, o fim passa a ser secundário para que a própria busca nos dê a vida que pretendemos.

A ideia é que adoptemos um percurso que mude a nossa vida e não esperar por um objetivo que o faça. Após o caminho calcetado, aí sim, projetar um foco que nos oriente.

Faz sentido para vocês?  

Para mim esta visão faz muito mais sentido do que pensar apenas no resultado final e de certa forma é mais facilitadora e torna-se menos forçada e subjetiva.

 

Este percurso não tem de ser linear, pode ser reajustado à medida que vamos caminhando. Se não nos propusermos a definir um padrão e uma base para o que estamos dispostos a aceitar na nossa vida, será muito fácil cair numa qualidade de vida muito inferior à que merecemos.

 

A nossa vida é tão curta e valiosa para usufruirmos de menos do que aquilo que merecemos. Tenhamos a coragem de assumir o que realmente queremos para nós e a nossa verdadeira identidade:

 

"Este é quem sou. É esta a razão de ser da minha vida. E isto e o que vou fazer. Nada me vai impedir de alcançar o meu destino. Não me será negado!"

 

 

Vê-mo-nos em 2017 com a nossa melhor versão! Um xi ♥ daqueles apertadinhos que sabem pela vida.

 

 

A gratidão como modo de vida

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"O essencial é invisível para os olhos, só se pode ver bem com o coração."

 

 

 

Não haverá época mais propicia para pensar no tema Gratidão do que esta. Tempo de balanços do que correu bem, menos bem, dos desvios de percurso, de perspetivar o novo ano que está a porta.

 

Olhar para o nosso percurso com gratidão foca-nos naquilo aquilo que temos e que realmente vale a pena, deixando de lado o que ainda supostamente nos falta, desviando-nos da onda de negatividade e estivermos orientados para agradecer ficamos mais aptos para resistir ao stress do dia a dia. 

 

Certamente que todos os dias recebemos mais do que damos, a lista é infindável, desde o que comemos, à capacidade de ter um emprego, de termos família, de nos deslocarmos... É claro que praticamente sempre poderíamos estar melhores, mas o facto sermos gratos no momento dá-nos asas para novos rumos na nossa vida.

Precisamos estar atentos para que este processo de gratidão possa funcionar, aplicando-o nas pequenas coisas do nosso quotidiano (ter dormido numa cama confortável, ter feito uma refeição saborosa, ter colegas prestáveis...).

A velha história que dinheiro não traz felicidade tem a sua fundamentação, ou então por esta ordem de ideias todo o rico seria feliz. Não existe sim felicidade plena sem gratidão. 

 

 

Que tal praticarmos esta gratidão como um modo de vida?

 

 

Valorizando as coisas boas da nossa vida estamos a direcionar a nossa energia para o que realmente importa, é ganho de paz!

Agradecer as experiências passadas que nos trouxeram até onde estamos hoje é o passo para perdoarmos e nos libertarmos do sentimento de vitimização e da negatividade, faz-nos viver com mais satisfação, alegria e dá-nos mais confiança.

 

Estamos a falar de uma escolha consciente entre ver as maravilhas da vida ou as desgraças. A mente apenas processa um assunto de cada vez por isso desviar a atenção para a felicidade é um ato de mestria.

 

Manter este estado é um desafio constante, é importante encontrarmos momentos na nossa vida acelerada para contemplar o aqui e agora. Aceitar as coisas como são e ambicionarmos fazer diferente é o caminho. Este processo auxilia também no perdão ao nosso critico interior que constantemente é o nosso maior sabotador.

No dia-a-dia tomamos muitas vezes por garantido tudo o que recebemos e pior do que isso é o facto de encontrarmos defeitos.

A comparação com o exterior é outro entrave a este estado de felicidade, ao invés disso a comparação que é feita deverá ser apenas connosco mesmos, com o que já fomos, o que tivemos e onde estamos.

 

 

Estratégias para ser mais grato:

 

  • Escrever antes de dormir num caderno próprio todas as coisas boas que temos e vivenciamos hoje, desde as coisas mais simples como uma musica que se ouviu e nos tocou.

     Ps: não vale agradecer sempre as mesmas coisas e tem de ser de coração!

  • Identificar pensamentos ingratos e transforma-lo em pensamentos gratos
  • Lembrar do pior em comparar com o que nós temos 
  • Começar o dia com frases de gratidão e torna-las o nosso mantra 
  • Ter um objeto de gratidão que nos faça lembrar, seja um post-it, uma mascote ou lembretes no telemovel
  • Imaginar que perdemos as coisas que damos como certas (casa, capacidade física, um familiar, um amigo) e depois imaginemos receber isso tudo de volta.

 

 

Agradece as coisas boas e às pessoas que acrescentam magia aos teus dias, carrega coisas boas no teu peito e procura ser a flor que brota em solo cada vez mais seco e espinhoso. 

 

 

O que te comoveu hoje?

O que ou quem te inspirou hoje?

O que te fez sorrir?

 

 

 

 

Aceita o que vem...

 

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A nossa vida não é um percurso de Harley Davidson na Route 66, com os cabelos ao vento num cenário de filme. Talvez se assemelhe mais a um passeio domingueiro pelas estradas nacionais num para arranca de um percurso esburacado. Não existe felicidade constante, não existe estado de bem estar a todo o momento e nem sempre as condições são as que mais desejaríamos. Perdemos coisas e pessoas, a conjuntura nem sempre é a mais favorável e o que esperaríamos. Ficamos muitas vezes ressentidos, deprimidos, ansiosos, sem chão e a chamada paz de espírito.

 

É nesta fase que o desafio entra, o caminho para o desenvolvimento pessoal e o culto de uma mente sã e ponderada. A compreensão/aceitação é um processo importante para ultrapassar estas situações que nos são menos convenientes ou dolorosas.

 

Se não passarmos pelo mau, não valorizaríamos o bom.

 

Este trajeto de precauços e desvios provocados por obras na via são essenciais para o conhecimento de novos atalhos/modos de fazer e de outras formas para alcançar a felicidade. 

 

As chamadas sacudidelas da vida quando nos tentamos agarrar a algo ou alguém. Mesmo quando a situação não é a que desejaríamos o importante é retirar daqui as lições que nos vão fazer crescer. Estas tarefas árduas que nos colocam à prova são um desafio emocional à nossa capacidade de adaptação.

 

 

A vida é de extremos, é bipolar, experimentamos as delícias do amor e as amarguras do desgosto, os opostos irão fazer-se sentir e farão sentido.

O ser humano naturalmente sente, é normal a tristeza, o desánimo, no entanto, saber aceitar o que nos acontece ajuda a enfrentar os momentos difíceis e abranda esta dor emocional.

 

Open your mind!
 

Assumir o controle sobre a reação aos acontecimentos e decidir o que sentimos relativamente ao que nos acontece é o verdadeiro desafio e a arte de uma mente inteligente. Aceitar o que não podemos mudar é a base para seguir e transformar as nossas vidas. Lutar contra uma realidade intransponível será um desgaste de energia prejudicial

 

Percebamos que por mais custoso que nos possa parecer em determinada situação a perda ou o desapego vai fazer-nos evoluir e valorizar.

 

Quando falo em aceitarmos a realidade não me refiro a resignação, em baixar a cabeça e continuar em frente, falo antes de encarar a realidade e saber experiênciar o impacto das emoções de modo assertivo

 

 

Aceita o que te acontece e transforma-o a teu favor!

 

 

 Quando não toleramos uma situação, quando as coisas não são como desejamos não devemos nos colocar numa posição de vitimização, de lamentação. É importante saber viver sem que isso nos afete de forma exagerada, conseguir canalizar a nossa energia para outras áreas, para novos rumos.

Nem tudo pode ser como esperamos, nem todos podem ser iguais a nós, daí a aceitação ser nossa melhor aliada para que consigamos transformar o futuro  e vivermos com mais serenidade e menos ansiedade. 

 

Abrir as nossas mentes para novas possibilidades, ainda que o ambiente que nos rodeia não seja o que desejamos, podemos sim semear hoje para colher amanha.

Todos temos o poder de criar e mudar a nossa vida e podemos fazê-lo já, sem depositar no outro ou naquilo que nos acontece a responsabilidade para que o amanhã não seja melhor.

 

O primeiro obstáculo começa com o nosso auto-conhecimento, saber quais as minhas virtudes, o que tenho a melhorar e assim consigo mais facilmente saber o que os outros esperam de mim e qual o meu limite.
 

Muitos de nós não dão o que gostariam de si aos outros, por imposição do regime social ou apenas por auto-sabotagem. É necessário que observemos com cautela que tipo de pessoa estamos e que tipo de pessoa gostaríamos de ser. Se não estamos a ser completos nos relacionamentos não nos doamos por completo.

 

Valerá a pena viver uma vida sem sermos inteiros? Sem nos dar-mos por completo? Subsistir ao invés de existir em toda a sua plenitude e com tudo o que temos direito? 

 

 

 

“Cada um dá o que tem no coração, e cada um recebe com o coração que tem.”

Oscar Wilde

 

 

Quando exigimos dos outros atitudes e posturas, não deveríamos também nós exigir as mesmas coisas antes de apontar o dedo ao próximo?

 

Se partir do princípio que a única pessoa “controlável” por mim sou eu mesmo, qual o sentido de tentar mudar o outro? 

Vamos fazer o exercício de voltar-nos para nós o pensamento e nos focarmos no que temos e no que podemos de fato oferecer aos outros. Enxergar quem está ao nosso lado com olhos mais doces e menos críticos, entender que cada um tem o direito de nos julgar como entender, mas nós temos o dever connosco mesmos de sermos melhores.

 
 
 
 
 
 

 

O nosso corpo é o inconsciente visível

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Psicoterapia Corporal, o que vem a ser isto?

Por mera curiosidade, tive a oportunidade de frequentar um workshop  sobre este tema, o qual me deixou o bichinho para explorar um bocadinho mais sobre esta terapia, sobre a forma como as nossas vivências ficam impressas na nossa mente e são transportas para o corpo.

 

Wilherm Reich, discípulo de Freud apercebeu-se que o ser humano é como uma unidade psicossomática, onde o corpo e a mente são um sistema integrado e o reflexo um do outro. O corpo é o espelho das nossas emoções e o contrário também se verifica.

 

 

 O corpo, palco das emoções

 

 

 

Reich diz-nos que as repressões e angústias sofridas por nós ao longo da nossa vida se refletem no plano psicológico mas também no corpo traduzindo-se num enrijecer dos músculos e num processo conhecido por encouraçamento.

 

 
A couraça, que é constituída para reprimir emoções, acumula este fluxo de energia, surgindo assim as regiões com déficit de energia, bloqueios hipo-orgonóticos) e regiões com êxtase energética, (bloqueios hiper-orgonóticos).
 
 
Este encouraçamento pode ter início precocemente, mesmo na vida intra-uterina, podendo depois ser reforçado por exemplo por eventos traumáticos durante a infância (mesmo os aparentemente mais simples), o relacionamento com os nossos pais, pessoas próximas, grupo de pares, até aos dias de hoje.

 

 

 

Somos manifestações de uma energia, que tomou forma, que se condensou num corpo.

 

 

 

Quando na vida perdemos o sentido de ser, de existir, como quando ocorrem os rompimentos afetivos, a saída de um emprego, um acidente, a morte de um ente querido, aí deveriam entrar em ação os nossos traços de caráter, que são fundamentais para nos ensinar a lidar com cada situação da vida, seja ela qual for.

 

É preciso tomarmos consciência dos nossos bloqueios, das nossas couraças, ter em conta os nossos traços de carácter, como funcionamos em cada situação da vida, para adotarmos traços mais saudáveis, impedindo que novos bloqueios se formem para podermos ter uma vida mais saudável tanto no aspecto físico quanto emocional.

 

 

 

O meu corpo é o meu comportamento, o que penso, o que realizo...

 

 

 

Na psicoterapia corporal trata-se este sofrimento emocional e considera-se o corpo e mente como uma unidade que deve ser tratada em consonância uma vez que nossas emoções se expressam ou se retém através do nosso corpo.

Somos ensinados desde cedo a contemos emoções e é esse "guardar" que o bloqueio se dá, quando estas emoções não tem a oportunidade de se expressarem como forma de alívio vão gerar sofrimento emocional. Isto significa que existe um ciclo de carga onde não é realizada a descarga, o movimento fica interrompido e reprimido.

O corpo e a postura têm uma relação íntima com os mecanismos de defesa e com as fases de desenvolvimento emocional (curvatura nas costas, ombros encostados às orelhas, afundamento do peito....). O corpo é um mapa perfeito da psique, é uma expressão do inconsciente, sentimentos/emoções que não puderam ser expressos.

 

 

 

O Eu é antes de mais um Eu corporal. 

 

 

Há uma relação direta entre os traços corporais e o jeito de ser de uma pessoa, tipo de relacionamentos, os seus afetos predominantes, crenças internas, a sensibilidade do seu próprio corpo, imagem corporal, identidade, sexualidade, etc.

  

É interessante verificar como ainda temos aquela criança ativa dentro de nós, que pensávamos nós ter ficado lá no passado. As modalidades relacionais que se estruturaram na infância fazem parte do repertório automático no dia a dia do adulto. Quando reclamamos, estamos a ser boicotandos pelo outro eu que nos habita e que esta profundamente associado com a vida emocional infantil, a criança que há em nós.

 

Na infância o ego é mais frágil, mas com o desenvolvimento natural estes mecanismos defensivos poderiam ter sido atenuados. As couraças são nada mais que mecanismos de proteção necessários para a integridade do ego ou da vida. O corpo adapta-se a estas memórias reprimidas.

Assim a couraça vai construindo um campo de coisas percebidas pela pessoa, organizando valores, um jeito de ser e responder às situações, e principalmente, uma visão de mundo.

Há partes do corpo que sentimos mais, outras menos ou até partes que nem sentimos. Sentindo mais o corpo, sentimos mais a angústia, a dor. 

 

 

No geral as couraças apresentam as seguintes funções:

 

  • Diminuem a vitalidade: respiramos menos, sentimos menos
  • Limitam a mobilidade e a motilidade,agimos e sentimos controlando, dá-se a diminuição e contenção das reações emocionais no corpo.
  • Estruturam o pensamento: crenças internas que reforçam as defesas: “Eu não mereço”, “eu não pertenço a este mundo”, “eu não confio em ti”.
  • Estruturam a percepção: não percebo em mim o que não posso sentir. “Isto não é meu, é dele”; projeção.

 

 

 

 

O nosso corpo é a história viva das nossas emoções e sentimentos.

Ao conhecermos e libertarmos as nossas tensões corporais, conhecemos e libertamos as nossas tensões psíquicas e vice versa. Somos corpo e mente.

 

 

 

O nosso corpo é o mapa que desenha o nosso destino.

Eu traço um destino para mim...

 

 

 

És um sapiosexual?

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Há quem discorde que inteligência é sinónimo de atração, mas eu cá sou da opinião que não dá para estabelecer relação com alguém que não seja possível trocar meia dúzia de palavras.

 

Num mundo onde "todos somos iguais" da roupa à maquilhagem, encontrar alguém que desperte o interesse para além do físico não é tarefa fácil.

Quem nunca deu de caras com aquela pessoa Uaaauuu e quando ela abre a boca só apetece parar longe?

 

Ser sexy não é ser bonito, não é o padrão de beleza estabelecido, tem muito mais a ver com o jeito, personalidade e inteligência.

O psicólogo Jorge Sequeira aconselha o abandono da versão KISS (Keep It Short and Simple) e passar a adotar o MISS  (Make It Smart and Sexy). Eu cá concordo plenamente e defendo que deveria ser moda a inteligência, sou um sapiosexual (sexualmente atraído pela inteligência).

 

O sapiosexual (sábio sexual) prefere um parceiro com uma boa conversa do que um com um corpo atlético, mas já dizia a minha mãe "se puder ser tudo" e eu também concordo com ela. A atração vem da inteligência, o que não implica eliminar os outros aspectos da pessoa. (eheheheh)

Sabem aquele tipo giro, bem cuidado fisicamente lá do ginásio, quiçá metrosexual, pois é, antes feio e inteligente do que definido e burro. 

 

Há ainda quem defenda que as pessoas mais espertas o são até nas questões mais intimas, sabem o que o outro gosta, esforçam-se para ganhar conhecimento e para que tudo melhore. 

 

Aqueles que admitem sentir atração pelo “interior”, pela capacidade intelectual, sentem-se estimulados e desafiados pela maneira de pensar do outro. 

 

Conversas interessantes, humor que vai mais além do habitual e o conhecimento sobre temas diversos são alguns dos fatores que acendem a chama da atração se algumas pessoas.

 

Um Sapiosexual apresenta algumas características fundamentais:

 

  • valorizam a inteligência e sentem prazer diante disso.
  • conversas filosóficas, políticas ou psicológicas.
  • buscam parcerias fortes, seguras, confiáveis e estáveis.
  • ninfomaníaco da mente, atraídos pela maneira como o outro pensa e pela sua visão do mundo.

 

 

A inteligência que nos interessa não é a inteligência monótona de nerd, é antes a "sapiência", sutil, que se revela nas entrelinhas, despretensiosa, de quem se revela aos poucos, sem se afirmar bruscamente. 

É a inteligência de linguagem, de quem sabe portar-se em qualquer discussão, de quem conhece boa música, de quem discute política mundial, filosofa sem ser monótono, de quem lê bons livros, vê bons filmes.

Não falo de génios, falo de gente minimamente interessante, de fala pensada e silêncio oportuno, pessoas equilibradas com aquela cereja no topo do bolo, que nos deixam gula por mais.

 

A inteligência que nos interessa é inteligência dosada, conveniente e charmosa, de gente com conteúdo!

 

 

 

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