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As pegadas da coelha

"Transforma-te na tua melhor versão"

Ano Novo, Vida Nova

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O novo ano está aí e com ele a vontade de fazer mais e melhor. É para isso mesmo que servem as viragens, um motivo para nos reinventarmos, uma tomada de consciência daquilo que somos, do que fazemos e como fazemos e do que podemos melhorar.

Os hábitos são maravilhosos indicadores para sabermos o que atraímos, observa-los pode trazer-nos resultados que até então eram impercetíveis porque estamos constantemente num registo automático, começamos a achar normal viver assim.

 

Seguem alguns tópicos de alerta para que possamos dar mais atenção no nosso dia-a-dia e nos transformar-mos na nossa melhor versão:

 

 

  • A vida não é dura.
  • Deixa de reclamar e faz!
  • Tem autoconfiança, mesmo quando ninguém acredita na tua visão. Não te compares com o outro.
  • Confia no outro, abre-te e atrair leveza.
  • Num mundo com tanta toxicidade, torna-te na pessoa mais gentil que conheces.
  • Concentra-te na tua visão e leva à vante a tua missão.
  • Incentiva os talentos, críticos pessimistas encontram-se em todo lado.
  • Torna-te único, realiza os teus sonhos.
  • Corre o risco mesmo sendo rejeitado.
  • Começa o dia com 20 minutos de exercício para começar o dia mais inspirado, com melhor desempenho, mais alegre e tranquilo.
  • Faz atividades de criação de valor nos primeiros 90 minutos do teu dia ao invés de responderes a email e navegares na net.
  • Alimenta-te como um atleta, a nossa nutrição afeta o nosso humor.
  • Faz uma caminhada natural todos os dias para estimular a mente.
  • Conhece-te, desenvolve-te e ama-te. Passa uma hora por dia sem estimulação (sem telefone, sem pessoas).
  • Lê 60 minutos todos os dias 
  • Escreve notas de gratidão todas as manhãs e noites.
  • Abraça projetos que te assustem e desafiem, tornam-te mais forte.
  • Deixa para trás o passado, polui o teu futuro. Serviu apenas para uma única razão: para chegares até aqui. Não te arrependas do passado “e se eu tivesse feito aquilo…” Retiras a potência de realizar algo novo se estas constantemente preso no passado.
  • O trabalho duro supera o talento.
  • Sorri mais.
  • Faz uma colagem cheia de imagens da tua vida ideal e consulta frequentemente.
  • Os líderes mudam, as vítimas assustam-se com a mudança.
  • Perdoa o imperdoável em sua vida.
  • Analisa o teu sucesso pelo impacto causado ao invés das questões monetárias.
  • Sê autêntico, todos os outros já existem.
  • Faz algo que o faça sentir desconfortável pelo menos uma vez a cada 7 dias.
  • Diz "desculpe", "por favor" e "muito obrigado".
  • Investe em coaching e auto-desenvolvimento.
  • Bebe mais água e descansa mais.
  • Alcança 5 pequenos objetivos a cada dia, em 12 meses significa 1850 pequenos objetivos.
  • Planeia e concretiza objetivos até 31 de Dezembro.
  • Escreve cartas de agradecimento aos teus clientes, colegas de equipa, amigos, família…
  • Aprende a criticar construtivamente, reforçando talentos e valores. 
  • Dá aos seus clientes mais valor do que eles pagam A generosidade é a chave.
  • Respira profundamente.
  • Mantem as promessas. Cumpre os objetivos.
  • Um problema só é um problema se escolheres vê-lo como um problema.
  • Aprende a meditar.
  • Cada pessoa que conheces tem uma lição a ser ensinada e um sonho a realizar.
  • Passa tempo nas galerias de arte, a arte estimula a criatividade.
  • Atrais o que reclamas.
  • Viaja com frequência.
  • Conhece os teus valores e tem coragem de vivê-los, não importa o que o rebanho pensa.
  • Multiplica a tua vitalidade e torna-te mais forte.
  • O potencial não aproveitado causa dor. Vive o teu talento, desenvolve-o e trabalha arduamente.
  • Constrói uma base familiar sólida enquanto desenvolves a tua carreira profissional. 
  • Contribuiu para a vida dos outros, traz mais alegria.
  • A qualidade de teus amigos é uma fortuna.
  • Valoriza os teus pais enquanto os tens.
  • Aprende a dizer "Não".
  • Domina-te a ti mesmo.
  • A qualidade é mais lembrada que o preço.
  • Tem uma vida mais simples, mais tranquila com mais beleza e maior significado.
  • Qualquer coisa extraordinária exige rigor, sacrifício e extrema coragem.
  • E se no fim de tudo não funcionou, não é o fim.
  • O mundo precisa de mais amor...
  • A vida é muito curta, começa hoje a vivê-la melhor.
  • Não adies os teus sonhos!

 

 

A nossa mente define a nossa realidade. Mudar os teus hábitos traz mais felicidade pois são eles que condicionam a nossa vida.

Qual o habito que tens mais presente e que te rouba mais felicidade?


Champôs inimigos do nosso organismo

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Todos os dias na nossa rotina sujeitamos o nosso corpo a diversas agressões, sem que muitas vezes tenhamos esta consciência presente. O ar que respiramos, os alimentos que ingerimos, os produtos que usamos estão repletos de substâncias prejudiciais ao nosso organismo, mas que força das circunstâncias acabamos por ter de nos colocar à mercê destes agentes externos. Muitas vezes simplesmente nem tomamos essa consciência ou até preferimos ignorá-la para manter a sanidade mental.

 

Assim como determinados alimentos que comemos obstipam o organismo, alguns dos compostos químicos dos produtos de higiene e beleza prejudicam o nosso corpo uma vez que são absorvidos pela pele, passando pela corrente sanguínea até ao organismo.

Urge o uso de produtos naturais que não tragam esta carga química responsável pelas irritações e pelas doenças graves que surgem ao longo da vida.

 

Se nos dermos à curiosidade de ler o rótulo dos champôs e condicionadores podemos tomar consciência dos ingredientes que prejudicam o ambiente e a nossa saúde quer durante a sua produção e na sua aplicação.

 

Ingredientes nocivos que provocam mudanças hormonais e cancro:

 

1. SULFATOS
São detergentes químicos, uma espécie de sal com ácidos gordo que removem a sujidade do cabelo, assim como a hidratação natural. Os sulfatos são os responsáveis pela formação de espuma num champô.

 

2. PARABENOS 

São químicos que combatem bactérias que possam contaminar os cosméticos com o passar do tempo.

 

 

3. FRAGRÂNCIA 
Se no rótulo da embalagem constar apenas "fragrância" é duvidoso, pois pode não ser controlado por nenhum orgão especializado, mas se for extraída a partir de óleos naturais será o ideal.

 

4. TRICLOSAN
Antibacteriano e antifúngico que atua como conservante.

 

 

Os produtos que são livres destes químicos costumam ser fáceis de identificar pois anunciam “sem parabenos nem sulfatos. Embora o ideal será estar atento e verificar. No caso dos parabenos podem vir com nomes como Metil, Propil, Butil, Etilparabeno ou até “Alkyl parahydroxy benzoates”, já os sulfatos são os primeiros ingredientes a serem listados.

Algumas marcas utilizam o termo "sem sal", o que não significa que o champô tem ou não sulfatos, mas sim à ausência de cloreto de sódio.

Caso o champô tenha nos ingredientes estas substâncias, não pode ser considerado sulfate free:

 

- Sodium Lauryl Sulfate (SLS )
- Sodium Laureth Sulfate (SLES )
- Sodium Myreth Sulfate
- Sodium Myristyl Sulfate
- Ammonium Lauryl Sulfate (ALS )
- Ammonium Lauryl Ether Sulfate (ALES )
- Sodium Coco Sulfate

 

São cada vez mais as marcas que nos oferecem opções naturais e biológicas. Desde a maquilhagem até às gamas para o corpo, cabelo e higiene oral apresentam ingredientes ativos como a alfazema, óleo de argão, óleo de coco virgem, baba de caracol, mel e azeite virgem. Podemos enveredar pela tarefa árdua de estarmos atentos aos rótulos nos supermercados, ou antes recorrermos a comércios especializados em produtos naturais que nos facilitam esta tarefa e nos oferecem gamas naturais como esta da imagem.

 

 

 

"O nosso corpo está tão poluído como o planeta"

 

 

 

Servir o Outro, Servir o Ego

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É muito ténue a linha que separa o ato de servir o outro e o alimento do nosso próprio ego. Por vezes achamos que servimos o outro, mas o que realmente acontece é que somos dominados pelas carências do ego.

 

Este ato merece uma analise de intenção independentemente do reconhecimento ou resultado no outro.

 

O exercício mais eficaz para controlarmos o ego é tomarmos as suas rédeas uma vez que este é enganador.

A serventia ao outro é um mecanismo de autrocontrolo, enquanto nos dedicamos a compartilhar e a colocarmo-nos ao dispor do próximo pomos de parte as nossas aspirações do ego.

 

É claro que temos de gerir tudo isto, para não nos camuflarmos no outro nem nos dedicarmos em demasia abafando as nossas próprias necessidades. Dedicação a mais é perturbação, é carência de sermos gostados por todos. O importante é sabermos distinguir a necessidade que temos do outro para poder servi-lo.

 

Os nossos desejos estão escondidos nas questões mais banais do quotidiano. Ao darmos prioridade ao nosso cansaço em detrimento da necessidade do outro, às coisas que gostamos de fazer, às regras que quebramos a nosso favor...

 

Qual a intenção de servir o outro?

 

Importa saber se me interesso com a felicidade e o crescimento do outro, se me coloco no seu lugar ou quero antes ser amado, aceite e que este faça o que quero.

 

Como podemos amar os outros se não nos amamos a nós próprios e nos criticamos o tempo todo?

 

Ajudarias alguém a enfrentar uma situação difícil sem esperar nada em troca? Sem reconhecimento de ninguém, sem que a pessoa diga obrigada, ou até mesmo mostrasse ingratidão futuramente?

Servir é amar genuinamente o próximo, quanto mais praticarmos isto mais vamos receber em troca e mais felicidade captamos para as nossas vidas.

 

 

"Sobrevives com o que recebes, mas fazes uma vida com o que dás aos outros."

 

Winston Churchill

 

 

Porque nos sentimos atraídos?

 

A atração que sentimos pelo outro é ainda um mistério e não é assim tão simples explicar a tal química, as faíscas e borboletas que sentimos com determinada, o porquê de escolhermos o nosso parceiro.

 

É um processo multi-sensorial e fatores como o tom de voz e o odor corporal são apontados pelos investigadores, questões muitas vezes negligenciadas porque acabam por nos passarem despercebidas.

 

A atracção acaba por ser a forma como entendes algo como erótico ou excitante e vai depender de enumeras questões, nomeadamente sociais, biológicas, psicológicas...

 

 

É pelo olhar?

São os gestos ou aquele corpo?

Porque é interessado e sabe mostrar esse interesse por mim?

Porque é inteligente?

Porque me faz rir e é expressivo?

Pelo mistério?

Será pelo cheiro da pele naquele abraço?

 

 

Visão

 

O cérebro é quem processa e envolve todos os sentidos neste processo e os olhos são os primeiros elementos na atracção. Quando  estes assimilam algo que os agrada,  aproximamo-nos para que os outros sentidos possam descobrir mais. Por norma seguem-se os padrões de beleza em vigor no contexto em que estamos inseridos.

 

Olfacto

 

 

 

Em segundo lugar entra o olfacto, muito para além de detetar os perfumes, assimila sinais químicos naturais, as feromonas que demonstram informações físicas e genéticas. No caso do sexo feminino o nariz chega mesmo a identificar moléculas de CPH que combatem doenças e podem dar ao descendente uma maior hipótese de sobreviver.  

 

Os ouvidos e neste caso o tom de voz influencia a decisão dos homens que preferem mulheres com vozes finas, sussurradas e melódicas e mulheres preferem vozes graves e uniformes.

 

O beijo

 

Depois de todos estes requisitos cumpridos a chave para o sucesso é o famoso primeiro beijo, estímulos tácteis e químicos completos (odor da respiração, sabor da boca...). Muitas vezes um mau primeiro beijo quebra a atração. No caso de ser validada mais esta etapa, o sistema sanguíneo enche-se de norepinefrina, mantém o foco de desejo.

 

A atracção também vem pelo coração

 

A atracção pode eventualmente ser mais emoção e menos química, sentirmo-nos emocionalmente atraídos  pelos sentimentos que nos despertam, embora seja inevitável que mais cedo ou mais tarde os fatores falados anteriormente tenham de ser considerados neste caminho.

 

Admiração

 

O outro mostra virtudes que desejamos ter. Os opostos se atraem porque se complementam e preenchem as necessidades de cada um.

 

 

Os factores essenciais da atracção sexual são diferentes de homens para mulheres.

 

Nas mulheres a atracção emocional vem antes da atracção erótica mais frequentemente, e no caso dos homens verifica-se o contrário. Daí que nas mulheres o desejo sexual das mulheres esteja associado ao contexto emocional mais do que se verifica nos homens.

 

Psicologia

 

A Psicologia Social diz-nos que temos tendência a sentir atração por quem é semelhante a nós em termos de atitudes, gostos e valores, que estão geograficamente próximas e que nos lembram os nossos pais, porque nos dá uma sensação de afinidade.

É possível ainda termos convivência com alguém e de repente no sentirmos atraídos por ela. Isto pode estar ligado à alteração de disponibilidade dessa pessoa ou também essa pessoa mostrar-se interessada por outra.

 

Mapas de amor

 

A atracção pode ainda ser analisada do ponto de vista de uma aprendizagem desenvolvida ao longo da infância como que um “mapa de amor” ou esquemas erótico-sexuais. Este mapa de amor é uma representação desenvolvida no cérebro, que projeta parceiro ideal e o código de actividade erótico-sexual ideal. É aprendido ao longo da infância e adolescência, que nos faz procurar um determinado parceiro. É tão característico de cada pessoa e único como uma impressão digital.

 

 

 

Estas são algumas das teorias que justificam o facto de nos apaixonarmos por determinadas pessoas e não por outras, agora se é a chamada "pessoa certa" para nós, isso só o tempo o dirá quando a fase cega da paixão perder a sua intensidade e aí fica o que realmente importa.

 

 

O arrependimento deve ser caro demais

 

“Se não for uma amizade na sobriedade e na bebedeira, eu nem amiga fico.

Se não for para casar acreditando ser para sempre, eu não caso.

Se for para sair já contando as horas para voltar, eu nem saio.”

 

 

 

A vida é tão efémera para a desperdiçarmos vivendo no meio de tanta banalidade, competitividade, desentendimentos e guerras de egos. A vida não é o intervalo até ao próximo relacionamento, ou a espera por um novo emprego depois de um que não funcionou. A vida é o agora!

 

Deveria ser o melhor de nós, mesmo que o outro não valorize, deveria ser semear mais amor e compreensão e colher mais amizade, carinho e respeito, coisas que não tem preço e valem mais do que qualquer pertence. O mais espetacular disto tudo é que dar amor e atenção não nos torna mais pobres, quanto mais se dá, mais nos enriquece.

 

Se não for para viver com este amor, paixão e entusiasmo pelas pessoas e pelo nosso percurso eu prefiro nem viver.

 

Criar expectativas, ter o entusiasmo de uma criança, libertarmo-nos de manias, amarmos sem restrições e apaixonarmo-nos por inteiro.

Se não for para ser com alma, se não for para sentir, se não for para acreditar nem vale a pena seguir.

Contentar com uma vida sem êxtase, com águas paradas, sem mergulhar de cabeça e aproveitar tudo o que temos direito, haja coragem!

Se não for para nos perdermos num abraço, para nos deixarmos levar num beijo de tirar o fôlego mais vale nem começar.

 

É preciso ter bravura para optar por não viver! No fim há-de ser certamente muito alta a conta a pagar… Quando, diante do fim da linha, olharmos para trás e sentimos o vazio, o arrependimento de uma vida comedida.

Ou dá-mos a mão à palmatória ou vamos passar o tempo todo sem saborear as maravilhas desta vida. Dá medo esticar a mão para aquela régua de madeira da escola primária? Ah pois dá, muito medo, mas a magia está em ir com medo mesmo assim…

Descer do salto e experimentar por o pé no chão, sentir todas as irregularidades do piso que não são as condições perfeitas, mas descer de qualquer forma e experimentar a vida do jeito mais puro, parar de tanto pensar e simplesmente deixar fluir com sentimento.

O que realmente dói é a vida que não se vive.

 

 

A vida desafia-nos

 

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A nossa mente precisa de ser desafiada diariamente e ainda mais do que o corpo.  Treinar a mente é uma arte e esta precisa ser trabalhada até sermos o comandante da nossa vida.  Não podemos continuar a aceitar tudo sem  identificar os motivos, sem estarmos focados no que a mente  nos sugere, sem identificar quando ela nos tenta confundir. É importante controlarmos e fazermos dela uma mente bem orientada.

 

Percebermos o porquê de sairmos da cama maldispostos, o porquê de reclamarmos do emprego que escolhemos, o porquê de julgarmos os outros e vivermos neste ciclo sem questionarmos as razões que nos fazem viver  neste desperdício de vitalidade.

Sem uma boa provocação, a nossa vida não teria o mesmo sabor, não sairíamos da nossa bolha nem transformaríamos a nossa vida. A mudança implica dor, porque quebramos o conforto enraizado e o território onde controlamos tudo. 

Cada desafio seja ele nas mais variadas situações, emoções ou sentimentos (dores, amores, perdas...) é um teste ao respeito e amor que mostramos por nós próprios. A maneira como ages coloca-te numa trajetória de respeito por ti mesmo ou de desrespeito por quem és e a decisão é só tua nos diferentes desafios:

 

 

 

Escolhe sem esperar nada

 

Se esperas um resultado, dependes dele.

Se dependes, exiges.

Se exiges, vives de expectativas. 

Se vives de expectativas, sais do agora e não aproveitas o que importa.

 

Escolhe o que mais te faz sentir que estás a respeitar-te nesse momento, se não houver este respeito surge o sofrimento e frustração.

Fazer escolhas sem esperarmos nada é estar focado apenas na escolha, o que advém daí será consequência desse respeito e isso não te vai trazer coisas negativas.

 

 

 

Sente

 

Não fugir do que sentimos resultado destes desafios. Não arranjarmos desculpas, pois se assim for é porque não lidamos bem com aquilo que sentimos e não nos conhecemos melhor. Se não nos conhecemos, não vamos mais longe.

O que acontece é que temos medo de sentir porque nos dói.

Nem tudo o que chega até nós é o que queremos mas é antes o que necessitamos para evoluir no conhecimento de nós mesmos. Há que sentir sem recear aquele frio na barriga porque vai ser importante para nos desvendarmos e decidirmos.

 

 

Tu és o que sentes. Tu és como amas.

 

 

 

 

Pára de te queixares do que permites

 

Desperdício de tempo quando nos queixamos, cristalizamos o tempo e não ajuda à mudança. Se atribuímos ao outro a culpa desta estagnação estamos também a conceder-lhe as rédeas da nossa vida.

Queixar só nos faz sobreviver ao invés de viver, cria dependência e arruína com a nossa vida. Se não fizermos as escolhas, a vida trata de as fazer por nós.

Tudo a que resistimos, persiste, e aquilo que enfrentamos, perde poder sobre nós.

 

 

O que farias se não tivesses medo?

 

 

 

Confia em ti para seres livre

 

Quando confiamos em nós somos livres, não precisamos da aprovação dos outros, deixamos de nos comparar, sabes quem és e o que queres ser.

Fecharmo-nos com medo da crítica, “do que os outros irão dizer",  aprisiona os talentos, esmaga personalidades, ergue barreiras e destrói felicidades. Não permitas que os outros tomem conta de ti, ouve a voz  que existe dentro de ti. Querer agradar todos é o ponto de partida para o desrespeito e o caminho mais rápido para a perdição. A verdadeira sabedoria está dentro de nós, em sabermos o que nos faz sentir bem e nos liberta.

Ser genuíno é característico de quem confia em si mesmo. Ninguém sabe nem pode fazer nada por nós melhor que eu mesmo.

 

  Eu não sou o que tu vês em mim.

 

 

Cada um de nós é o comandante da sua vida, podemos escolher valorizar as coisas boas ou as menos boas.  Não podemos levar esta passagem demasiado a sério, temos antes de viver as coisas com paixão e intensidade! É verdade que nos magoamos algumas vezes, mas a opção de uma vida ser sobre dor e medo, ou sobre ação e amor está nas nossas mãos.

 

 

“Conhece-te a ti mesmo” (30 years old birthday alone)

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"Assim que dominares a tua mente, o teu corpo e o teu carácter, a felicidade e a abudância inundarão a tua vida quase que por magia"

Robin Sharma

 

 

Festejos de trinta anos de uma vida, sózinha na Polónia, longe de quem me é mais querido, num programa a rossar o deprimente e um pensamento que me assaltou: Podia-te dar para pior Cristiana Coelho!"

 

Vivemos um quotidiano onde pouco ou até nenhum tempo dedicamos a conhecermo-nos a nós  mesmos, evitamos o confronto com o nosso interior e evitamos ficar sozinhos neste frente a frente com os nossos medos, as nossas histórias, os nossos anseios.

Preferimos criar uma personagem bonita e bem sucedida nas redes sociais para fugirmos à nossa realidade, num cenário de "apareço, logo existo", à distância de um acesso ao refúgio, paraíso virtual.

 

Criamos um falso amor de nós próprios o que transforma a nossa solidão em algo que nos aprisiona. Preferimos rodearmo-nos da multidão para escaparmos ao que podemos descobrir dentro de nós, às vivências passadas, ao que fomos e àqueles que da nossa vida fizeram parte.

É neste seguimento que enveredamos por um mundo das aparências, onde o que vale é comprar e sorrir, parecer ao invés de ser.

Fazemos qualquer coisa para sermos aceites pelo outro, vendemos até a alma ao diabo, fazemos postagens para mostrar uma vida contrária à nossa, dizemos "amo-te" da boca para fora, usamos estratégias de escape, envolvemo-nos em vícios para esquecermos a vida efêmera que temos.

 

E que tal se parássemos? Para escrever, meditar ou identificar, tomarmos consciência das coisas que de outra forma não teríamos conhecimento? Parar para conhecermos o nosso Ego, onde residem os nossos apegos, medos, culpas, orgulhos, enfrentarmos o que tentamos evitar para que tomando consciência os possamos mudar. No momento em que nos começamos a conhecer melhor e a conseguirmos amarmo-nos a nós mesmos como amamos o outro, dando-nos o carinho e a atenção de que precisamos, aí sim começamos a viver a vida que está a passar e que só vale a pena se formos fieis a nós mesmos.

Façamos o que fizermos, que seja pelo prazer de estar vivo e não pela aprovação dos outros. Atrevermo-nos a conhecer o nosso eu e a percorrermos o nosso próprio caminho a fim de encontrarmos as respostas do nosso mundo.

 

"Perdida no Mundo, encontrada de ti..."

Nádia Lima

 

 

Este foi o grande propósito desta minha viagem, um motivo para parar e estar com a melhor companhia que posso ter: eu mesma! Se não consegues aturar-te a ti mesmo, os outros também não vão conseguir fazê-lo. Trinta anos, a data perfeita para um retiro, para ouvir a minha voz interior, para me respeitar mais. Tudo isto só é possível se ouvirmos, se silenciarmos o nosso interior para deixarmos de entrar em autossabotagem, percebermos a criança interior que ainda vive dentro de nós e que traz com ela todo um passado que ainda hoje tem repercussões na forma como agimos e encaramos a realidade. Compreensão traz libertação!

 

 

"Não importa o tamanho da nossa conta bancária, a posição que ocupamos na sociedade, o nome que temos. Se não estamos em paz connosco, então nada disso importa, porque o vazio está connosco quando acordamos."

 

 

Garanto-vos que foi uma experiência maravilhosamente memorável, que fez todo o sentido fazer nesta data, um reencontro comigo mesma, uma aceitação e libertação aos mais variados níveis. Só é realmente livre quem for senhor de si mesmo.

Desafiei os meus limites, propus-me a vivenciar o que de tão abominável este mundo pode ter numa data supostamente comemorativa (refiro-me mais propriamente ao holocausto) e como tudo pode acontecer por influência de um Ego e de algo que não envolve Amor. Acontecimentos tão recentes e nós não os tomamos como lição para desvendar-mos o verdadeiro sentido da vida.

Aconselho vivamente a que o façam por vocês mesmos, desta ou de outra forma com que mais se identifiquem, permitam silenciar o barulhos das vossas mentes e ouçam os vossos corações. Ousa transpor os teus limites, ousa viver e depois de tudo isto vais certamente perceber que "o medo não passa de um monstro mental que tu criaste, uma corrente de consciência negativa...mas quando conquistas os teus medos, conquistas a tua vida."

 

Atreve te a ser tu mesmo!

 

 

Máscaras naturais para cabelo seco

 

Cabelos hidratados é mais uma das mil e muitas preocupações que passa pela cabeça do sexo feminino, este ser tão complicado para uns e tão frutuoso para quem sabe lidar.

 

O cabelo é um ícone de beleza da mulher e, tal como ela pode tornar-se frágil e rebelde se não lhe atribuirmos os devidos cuidados. Os produtos que muitas vezes encontramos no mercado são caros, outros cheios de químicos e muitas vezes utilizamos um sem número de produtos que acabam prejudicando ao invés de ajudar na beleza dos fios. A melhor opção para pouparmos dinheiro e ao mesmo tempo usarmos produtos saudáveis que não vão prejudicar o nosso cabelo será aproveitarmos os ingredientes naturais que temos em casa para cuidarmos de nós.

Utilizar um champô e um condicionador natural juntamente com estas máscaras caseiras também ajudam neste processo de regeneração capilar.

Seguem então algumas receitas fáceis para potenciarmos a beleza das nossas jubas:

 

 

 

Máscara de óleo de amêndoas

Colocar um pouco deste óleo uns segundos no micro-ondas e aplicar nas pontas do cabelo. Deixar atuar 20 minutos antes de lavar normalmente.

 

 

Máscara de aloé vera (ou babosa)

Cortar duas folhas de aloé vera de forma longitudinal e colocar num recipiente com três colheres do nosso condicionar habitual. Misturar muito bem ambos e aplicar no couro cabeludo com massagens circulares. Colocar uma touca plástica e deixar atuar por 30 minutos. Retirar e lavar com champô.

 

 

Máscara com azeite e ovo

Bater o ovo e adicionar uma colher pequena de azeite com duas colheres de maionese. Aplicar no cabelo e deixar atuar entre quinze a trinta minutos no máximo. Retirar com bastante água e fazer outra lavagem com o champô.

 

 

Máscara de mel e azeite de oliva

Misturar meia taça de mel e três colheres de azeite e aplicar em cada mecha ao longo do cabelo, do couro cabeludo até as pontas.  Colocar uma touca de banho e deixar repousar por meia hora. Enxaguar com água morna e lavar.

 

 

Máscara de morangos, mel e azeite

No liquidificador colocar 20 morangos médios, duas colheres de mel e duas colheres de azeite. Misturar durante 10 minutos e aplicar apenas no couro cabeludo, deixando atuar meia hora. Retirar com água morna e lavar normalmente.

 

 

Máscara com abacate

Cortar o abacate ao meio e retirar a polpa. Colocar num recipiente com uma colher de azeite e uma gema de ovo. Bater tudo muito bem e aplicar no cabelo sobretudo nas pontas. Deixar atuar alguns minutos, retirar com bastante água e lavar o cabelo normalmente.

 

 

Máscara de mel e banana

Esmagar a banana e misturar três colheres de mel. Podemos adicionar umas gotas de óleo de amêndoas, aplicamos no cabelo e aguardamos 30 minutos até enxaguar. Depois lavamos e não é aconselhado usar secador.

 

 

Máscara com iogurte e ovo

Juntar 6 colheres de iogurte natural sem sabor com uma clara de ovo em ponto de neve. Aplicar no cabelo e deixar atuar entre 15 a 30 minutos. Enxaguar e lavar os cabelos com o champô e condicionador.

 

 

 

Espero que estas dicas de máscaras super rápidas de fazer vos possam ajudar nesta luta diária que é ser mulher nos dias de hoje!

 

 

Achas que tens consideração pelos outros?

 

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Ter consideração por quem de alguma forma convive ou se cruza connosco significa pensarmos em como os outros se sentem, colocarmo-nos no lugar deles, sermos sensíveis e gentis. Esquecemo-nos muitas vezes que as outras pessoas podem magoar-se com as nossas ações, seria importante se deixassemos um bocadinho de lado as nossas necessidades e termos consideração pelo outro. Posto isto, seguem algumas dicas que servem para nos alertarem em determinadas situações do nosso quotidiano para esta questão da consideração pelo outro:

 

 

 

Escolher os momentos de falar para não o fazermos na hora errada, cientes de que estamos a conversar com pessoas com a mesma mentalidade e receptivas ao nosso discurso. Ter também em atenção que não estamos a interromper nem a causar transtornos.

Ex: Não anunciar sobre o nosso casamento, quando a amiga acabou de perder o marido ou se alguém nos fala entusiasmado do novo projeto, não devolver o assunto com uma carga de negatividade. Esperar ter uma conversa a sós com alguém que cometeu um erro e não anuncia-lo em praça pública.

 

 

Escolher as palavras certas para que as pessoas estejam receptivas, principalmente quando estamos a tentar alertar alguém de algum comportamento menos favorável.

Ex: Em vez de dizermos ao namorado que ele nos sufoca, podemos dizer que não nos estamos a sentir confortáveis ou que nos estamos a preocupar com o rumo que a nossa relação está a levar.Tentar evitar o "tu" e o apontar o dedo.

 

 

Não concentrar só em nós as conversas, falar sem perceber que as outras pessoas não estão interessadas ou relatar acontecimentos sem parar não dando oportunidade aos demais. É igualmente importante analisar a pertinência e conveniência da nossa conversa no momento. 

 

 

Agradecer ao outro (mantendo o contacto visual) por algo que tenham feito por nós, até a a coisa mais simples. Agradecer o quanto significou para nós determinado gesto em algum momento.

Ex: enviar um mimo para mostrar a nossa consideração, um postal de agradecimento, bombons...
 
 
Pedir desculpas quando cometemos um erro. Se magoamos alguém devemos pedir desculpas mantendo contacto visual, dizendo à pessoa o quanto nos importamos e referindo que não se irá repetir. Pessoas que tem consideração assumem a sua responsabilidade e sabem quando ferem os sentimentos de alguém, mesmo se não tiveram a intenção. 
 
 

Antecipar as necessidades dos outros mesmo antes que eles mesmos percebam.

Ex: Se o nosso familiar vai chegar cansado do trabalho, prepara-lhe uma refeição ou se os teus colegas de trabalho estão maçados oferece-lhes um café...

 

 

Ter consideração pelos outros quando estamos em público. É importante termos a noção que a nossa liberdade termina onde começa a do outro. 

Ex: Colocar a toalha da praia juntinho à do vizinho, falar alto ou ouvir música da mesma forma em locais que possam incomodar as outras pessoas, obrigar os não fumadores a terem de levar com o fumo do nosso cigarro, não fazer ruídos durante uma aula ou palestra, ter em atenção para não esbarrarmos com as pessoas na rua ou empurra-las na fila do supermercado.....

 

 

Atender à situação financeira das outras pessoas que envolvemos nos nossos "eventos". Antes de propormos o que quer que seja, devemos de ter esta questão em conta e  encontrarmos alternativas mais baratas para incluir as pessoas e não fazê-las sentirem-se mal por não puderem pagar.

 

 

Ser sensível, implica que nos saibamos expressar sem ofender as pessoas. Podemos manifestar a nossa opinião sendo gentil sem magoar e sem mentir. Ao magoarmos as pessoas vamos fazer com que estas não retenham a nossa mensagem e não estejam dispostas a mudar.

 

 

Fazer coisas pelas pessoas quando elas precisam de ajuda, mesmo antes que peçam e mesmo nas situações em que a pessoa não queira pedir.
 

Ex: fazer as compras para um colega, ajudar nas tarefas domésticas, dar espaço para as pessoas se sentarem perto de nós, segurar a porta para passarem, oferecer um medicamento se alguém que está com dor de cabeça...

 

 

Ter boas maneiras significa que não se pode ser rude ou irritante em situações sociais, mesmo que o significado de "bons modos" mude consoante o público.

 

 

Compartilhar algo com significado para nós, seja o bolo que trouxemos para o lanche, o casaco numa noite fria, quer o nosso espaço fisico...

 

 
Ser pontual também é importante na medida em que mostramos que temos atenção pelo tempo das pessoas. Atrasarmo-nos pode levar a que o outro sinta como se não nos importássemos de faze-lo esperar. Se nos atrasarmos por algum motivo devemos avisar e sermos honestos com a hora prevista de chegada.

 

 

Fazer ações de bondade até mesmo com desconhecidos, nomeadamente aqueles que precisam mais. Cultivar este habito irá ajudar a termos mais consideração pelo outro.
 
Ex: ajudar alguém a carregar os sacos, elogiar aquela colega de trabalho que mudou o corte de cabelo, doar bens ou trabalho voluntário a uma instituição...
 
  

Manter o nosso espaço limpo, quando partilhamos casa, quando somos convidados.... Não deixar que os outros tenham a responsabilidade de arrumar o que é nosso ou conviver com a nossa falta de zelo.

 

 

Podemos treinar estas e outras formas de consideração todos os dias, mesmo que já tenhamos esta aptidão "nata", há sempre possibilidade de a desenvolvermos pois a prática leva à especialização e ter aquele jogo de cintura dá sempre charme!

Não esquecer do velho ditado que diz: "mãos que não dais pelo que esperais?

 

 

Pessoas intensas, o cabo dos trabalhos!

 

Vivem intensamente, como se cada hora fosse a ultima

Sofrem também como se fossem morrer naquele momento

Sabem ser felizes com intensidade sem igual

São capazes de fazer seus parceiros se sentirem especiais e únicos

Vivem a vida da forma como entendem livres e sem qualquer objeções.

 

 

Se me perguntassem se agir desta forma não me faz mal, a resposta seria obviamente que sim, mas ferir a nossa alma é o menor quando nos poupa de estar na vida só para ver os carrinhos eléctricos a andar (já dizia a minha professora da escola primária) e/ou com quem não quer ficar a 100% nela.

Espero que pelo menos uma vez as pessoas tenham a oportunidade de experimentar o prazer de ser assim, que corram atrás dos sonhos sem medo, que amem e queiram esgotar os sentimentos num único dia, mesmo que se saiba que sentimentos assim tem tendência a serem infinitos.

 

Pessoas intensas, são aquelas que vivem a vida a um nível muito para lá do normal, pessoas que agem do 8 ao 300 e onde a atitude morna é algo que não lhes assiste.

Se o que quer que seja não lhes despertar o interesse são capazes de ficar uma espécie de cubo de gelo, mas se o contrario acontece, haja quem as segure...

 

Vão com tudo sem perder tempo!

 

Trata-se de seres que se entregam a tudo sem reservas, quer seja na profissão, nos hobbies, amores, amizades e até nas dores claro.

Quando o assunto é amor, são fogosos, os beijos são apaixonados e o abraço vai com tudo.

Quem conhece um intenso sabe que este é capaz de viajar para outra cidade ou país, após ter ficado saudoso numa troca de mensagens com o seu amor, mesmo que só vá usufruir de uns breves momentos da sua companhia. Entregam se sem medos e esse é um lado bom, apesar de tudo isto ter o seu senão quando se tratam de dores.

 

Não julguemos um intenso como alguém ansioso ou destrambelhado pois trata-se de pessoas que sentem com a alma e não medem esforços quando algo os fascina, nem mesmo ouvindo uma música que gostam (poem o volume mais alto, cantam dançam, choram...).

 

Se achares desgastante ter uma relação com alguém intenso, deixa-o e procura alguém mais contido, pois seria um crime abranda-lo e impedi-lo de se expressar.

 

Pessoas intensas, são criaturas que estão longe do constante, aceleram dos 0 aos 100 em tudo o que fazem e travam de 100 a 0 brutalmente. Não tem dispositivo de controlo de velocidade e estão longe de pretenderem uma vida sempre a uma velocidade constante de 50 kms/h.

São entendidas como interessantes pois arrebatam paixões, causam impacto e fazem as coisas por instinto.

 

Paninhos quentes, frases consoladoras não contentam, esperam que alguém faça a diferença e lhes diga como atingir o que pretendem.

Oferecer um chá calmante pode não resolver de muito, mas um intenso vai considerar a tua intenção e a atenção, vão lembrar-se que foi importante para o processo de recuperação.

 

 

Apaixonados demais, querem absorver a alma de quem amam e dar-lhes a sua por inteiro. Gostam de lambuzar a vida, rir e chorar demais.

 

Não são desequilibrados, são intensos!

 

Esperam amor e dão amor demais, dão tudo o que tem no limite. Mas se não for reciproco e na mesma intensidade, passam de 100 a 0 num instante.

 

A pior coisa que se pode fazer a quem vive a vida desta forma é causar-lhe desânimo, deixa-lo com preguiça de ti. O que é constante causa preguiça e deixa-los um dia sem despertar algo de bom é um risco, porque são viciados em intensidade e precisam satisfazer essa necessidade.

 

A pessoa intensa para se manter satisfeita quer sentir tudo, todos os dias de 0 aos 100, e só assim se consegue manter uma pessoa intensa satisfeita. Não sabem o que é meio termo, começarão do 0 e com o passar do tempo, se não as levares a 100, pode ser que a elasticidade se perca, que ambos não passem mais do copo meio cheio e é aí que arranjam outra fonte de inspiração. Pode não se tratar de um amante, mas poderá ser alguma atividade da qual se torne amante, cujo perigo poderá ser de não ter o ânimo de chegar aos 100 contigo.

 

 

 

"Ás vezes eu tenho vontade de ser menos intensa, só para poder entender como o resto do mundo aguenta essas coisas que me devoram permanentemente e de uma forma tão absurda..."

 

Clarisse Lispector

 

 

 

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